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	<title>Voz Nativa &#187; Notícias</title>
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		<title>Madame Satã</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 16:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Voz da Ilha]]></category>
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		<description><![CDATA[Seu nome de batismo era João Francisco dos Santos, e ele nasceu em Pernambuco,]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>      Seu nome de batismo era João Francisco dos Santos, e ele nasceu em Pernambuco, junto com o século, ou seja, em princípios do ano de 1900. Veio para o Rio bem novo, tendo morado na favela do Caju, perto do Cais do Porto. Já começou a treinar capoeira, tendo demonstrado excelente disposição para a luta, muito popular entre os chamados malandros da época.</p>
<p>      Afirmava não gostar de armas de fogo, embora seu primeiro crime e consequente condenação ocorressem em função de um tiro de revólver em um policial que, segundo ‘Satã’, o perseguia sem razão.<br />
Teve mais outros 28 processos criminais, sendo 2 por homicídio. Cumpriu 27 anos e 8 meses de pena nos<br />
presídios da Ilha Grande, sendo libertado aos 65 anos de idade, de acordo com a prática penal.</p>
<p>     Tinha uma filha adotiva chamada Ivonete, além de afirmar ser pai de mais 7 filhos. Solto, continuou morando no Abraão por medida de segurança. Teve amizade com muitos artistas que vinham ao Abraão procurá-lo. Norma Benguell, por exemplo, acompanhou Satã durante todo o episódio de sua doença,<br />
junto com Ziraldo. Satã foi internado no Hospital do INAMPS, em Ipanema, onde faleceu no<br />
dia 2 de abril de 1976, às 17 horas e 30 minutos.</p>
<p>     Era muito respeitado entre os presos da Ilha, mesmo os mais violentos e mais conhecidos. Ao contrário do que se imagina e até do que alguns desinformados dizem, ‘Satã’ no tempo em que viveu no Abraão nunca teve rompantes de violência ou valentia, nunca bateu em ninguém e viveu uma vida de trabalho, sob as vistas das autoridades policiais da época, que eram muito atentas quanto ao que ocorria na comunidade.</p>
<p>Renato Buys, Morador do Abraão</p>
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		<title>Cães e Gatos na Ilha Grande: Conscientização e amor podem fazer diferença</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 16:13:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Voz da Ilha]]></category>
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		<description><![CDATA[Abandono e maus tratos fazem parte de um lado triste da realidade sofrida por]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>         Abandono e maus tratos fazem parte de um lado triste da realidade sofrida por muitos animais aqui na Ilha Grande. Nem é preciso procurar muito, a cada esquina, restaurante e até mesmo nas praias, podemos ver a quantidade de cachorros (e gatos, mais escondidos, é claro) nas ruas. Observando atentamente muitos têm donos, porém a grande maioria são filhos de crias indesejadas as quais foram jogadas fora à própria sorte, e talvez sorte não seja a palavra adequada, afinal passar fome, frio, agressões e envenenamento de longe pode ser considerado bom.</p>
<p>        Só para se ter uma ideia, nos últimos 3 anos e meio, 326 animais, entre cães e gatos, foram abandonados na porta do pet shop do Nick, no Abraão, e 60% deles foram adotados por turistas, isso sem contar os que frequentemente são deixados na porta da casa do Edson (cachorreiro também do Abraão), como tantos outros que são deixados nas portas dos “amantes” de animais e ainda os que já tivemos conhecimento de serem jogados ao mar ou abandonados na mata sem chance de sobrevivência.</p>
<p>Não é preciso se esforçar para perceber o resultado disso: brigas de cães atrás de cadelas no cio, praias<br />
sujas de cocô, sacos de lixo rasgados (lembrando que o descarte do lixo no horário correto e de maneira<br />
adequada ajudaria muito a evitar) e turistas e moradores incomodados. Em contrapartida a todo caos e<br />
incômodo causado pelo ser irracional abandonado, seres humanos resolveram colocar a mão na massa<br />
e, através de iniciativa da OSIG &#8211; Organização para a Sustentabilidade da Ilha Grande, vêm sendo realizadas campanhas de esterilização (castração) de cães e gatos na Vila do Abraão.</p>
<p>Neste ano a equipe do Dr. Márcio Ferrazzoli esteve presente no Abraão realizando 51 cirurgias, em julho,<br />
e 54 cirurgias em agosto, além de 22 em Palmas em agosto e mais 49 no Abraão em novembro. Além das esterilizações foram realizadas também cirurgia de Piometra, tosas e consultas com doações de medicamentos. Os procedimentos foram oferecidos à comunidade de graça, sendo a única exigência feita, através de um termo de responsabilidade, a de cuidar do pós operatório do animal castrado.</p>
<p>Não é fácil organizar tudo isso, envolve custos financeiros altos, conseguimos cobrir parte deles com<br />
doações de moradores, turistas e pousadas, que ofereceram a hospedagem para equipe como cortesia.<br />
Também uma rifa foi passada através da iniciativa da AMA &#8211; Associação de Moradores do Abraão &#8211; onde<br />
empresários ofereceram seus “produtos” como brinde e o valor arrecadado foi repassado para ajudar nos<br />
gastos da campanha. Mas o principal é que tem muito amor envolvido, conseguir uma equipe que se desloca<br />
de São Paulo para, voluntariamente, durante 4 dias, se dedicar à cuidar dos nossos animais, definitivamente isso não tem preço.</p>
<p>O problema não é meu, não é seu, é nosso.Todos nós somos responsáveis pelo meio em que vivemos, mudar<br />
pequenos hábitos contribui para o desenvolvimento saudável da nossa comunidade, podemos começar descartando o lixo no horário correto de cada rua, nos responsabilizando pelo nosso animal de estimação,<br />
respeitando o próximo.</p>
<p>Enfim, pequenas atitudes, grandes gestos! A todos que de alguma maneira contribuíram para a realização desse trabalho, Dom Mário, Las Sorrentinas, Pousada Lonier, Pousada  Colibri, Barraca do Nelson, Elite Dive Center, Agência LIG, Agência Mariana, Restaurante Marola, Pousada Tapera das Palmas, muito obrigada.</p>
<p>AMA &#8211; Associação de Moradores do Abraão</p>
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		<title>Capacitação de estagiários junto a Turisangra</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 16:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações do Projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Fundação de Turismo de Angra dos Reis (Turisangra) realizou, em parceria com o]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>     A Fundação de Turismo de Angra dos Reis (Turisangra) realizou, em parceria com o Voz Nativa, nos dias 31 de outubro e 7 de novembro um processo de capacitação com um grupo de 18 estagiários na Vila do<br />
Abrão, Ilha Grande.</p>
<p>     Com o objetivo de qualificar o primeiro atendimento ao turista no Centro de Informações Turísticas da Praia do Anil (CIT), na Estação Santa Luzia e na Estação Abraão, o curso abordou temas ligados ao meio ambiente, turismo e a sustentabilidade da Ilha Grande. Os estagiários foram divididos em dois grupos, que participaram de atividades em dois turnos. No período da manhã foi abordado o tema da gestão ambiental, com foco nas áreas protegidas e nas características culturais das vilas da Ilha Grande.</p>
<p>     Também foi abordada a importância da preservação ambiental e dos processos participativos de áreas protegidas no Brasil, exemplificado com as Unidades de Conservação da Ilha: Reserva Biológica da Praia do Sul; Parque Estadual da Ilha Grande; Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Aventureiro e APA de Tamoios. Durante a tarde, o foco foi a importância do Turismo de Base Comunitária (TBC) para as comunidades locais, onde os jovens puderam conhecer as diferenças entre o turismo de massa e o TBC. Ao final foi realizado um debate com as duas temáticas e as características da Ilha Grande.</p>
<p>“Nesses dois dias de atividades trabalhamos com os estagiários que fazem, em geral, o primeiro serviço de<br />
informações aos turistas. É importante que todos tenham amplo conhecimento das questões ambientais da Ilha Grande, principalmente no que diz respeito às regras de acesso às quatro unidades de conservação.<br />
Com os temas que abordamos durante o curso todos passam a ter mais propriedade quando forem prestar<br />
informações turísticas, sendo disseminadores de orientações que servirão para preservarmos cada vez<br />
mais os nossos bens naturais e culturais” — disse Marcio Ranauro, coordenador do Voz Nativa.</p>
<p>Para o presidente da TurisAngra, Klauber Valente, a parceria iniciada com o Voz Nativa pode ir muito<br />
além da capacitação dos estagiários. Ele lembra que o projeto está realizando diversas ações de formação e resgate da autoestima e valorização dos jovens da Ilha Grande. Sendo a Ilha um destino turístico relevante para a cidade, as ações conjuntas podem ser ampliadas. “A capacitação dos nossos estagiários foi muito positiva e contribuiu com a formação profissional e cidadã de cada jovem. Eles gostaram da experiência e nosso objetivo é que todos estejam cada vez mais preparados para atender aos turistas. O projeto Voz Nativa, que já há algum tempo realiza um trabalho importante na Ilha Grande, pode contribuir muito com a qualificação do turismo de toda a ilha. Vamos buscar mais ações assim, para fixarmos na nossa equipe e nas empresas que trabalham com o turismo na Ilha Grande a importância do turismo sustentável em Angra dos Reis” — disse Klauber Valente.</p>
<p>Júlio Cézar Vieira, Assessor de comunicação da TurisAngra</p>
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		<title>Fotografia: Uma ferramenta para contar histórias</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 16:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Fotografar é uma forma de contar histórias e contar histórias é se posicionar diante]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“Fotografar é uma forma de contar histórias e contar histórias é se posicionar diante do mundo.” Foi assim que Felipe Varanda, professor do Voz Nativa, descreveu a arte da fotografia. Para ele, a combinação entre técnica, repertório e escolha do objeto fotografado é o que constitui um bom fotógrafo.<br />
Durante seus cursos no Abraão e no Provetá ao longo do mês de novembro, tudo isso foi trabalhado a partir da história da fotografia, referências artísticas, técnica e exercícios práticos.</p>
<p>Nas aulas no Abraão, para um público adulto envolvido com a fotografia de forma profissional, a prática foi voltada para o registro de elementos do turismo, como alimentação, meios de hospedagem e passeios. Já em Provetá, onde os alunos eram, em sua maioria, crianças e adolescentes, os exercícios mesclaram técnica com criativade. </p>
<p>Nas duas Vilas o curso destacou o poder da fotografia de narrar uma história. “Acho que a primeira aula impulsionou todo mundo pois apresentou o trabalho de Sebastião Salgado, que fotografa a realidade do mundo. Quando você sente o impacto de uma fotografia, você descobre beleza na arte e isso é muito<br />
motivador para quem está começando.” Destacou Carlos Saens, participante do curso no Abraão.</p>
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		<title>Projeto Ilha Grande Jiu Jitsu &#8211; Equipe Abraão</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 15:59:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Projeto Ilha Grande Jiu Jitsu comemora em dezembro de 2015 um ano e]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Ilha Grande Jiu Jitsu comemora em dezembro de 2015 um ano e meio de funcionamento. Com aulas às terças e quintas-feiras, de 13h às 15h, na Casa de Cultura Constantino Cokotós, na Vila do Abraão, o projeto é totalmente gratuito e aberto à homens e mulheres de todas as idades que se interessem em praticar o esporte.</p>
<p>A prática da Arte Marcial Jiu-Jitsu tem como principal objetivo educar e formar indivíduos com determinação, respeito e disciplina, visando ao resgate da auto-estima e à disseminação da cultura de paz nas comunidades que estão inseridas.</p>
<p>No Abraão, jovens e adultos participam das atividades, fortalecendo o sentimento de pertencimento pelo local e os laços de respeito entre si.</p>
<p>Agradecimentos: Professor Nelson Elias, Adriano D´Aguiar (Casa de Cultura Constatino Cokótos) Grupo Ecológico de Voô da Ilha Grande (GEVIG), Ernani Cristianes Neto, Equipe Objetiva e Pousada Caiçara.</p>
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		<title>Aulas de inglês: Iniciativa da Comunidade para a Comunidade</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 15:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ideia das aulas de inglês surgiu através da necessidade de uma moradora, Joyce]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia das aulas de inglês surgiu através da necessidade de uma moradora, Joyce Torres, que precisava<br />
do segundo idioma para trabalhar. Como somos carentes de recursos ela recorreu a mim, que aprendi o idioma num intercâmbio em Auckland, Nova Zelândia.</p>
<p>Expliquei que saber falar é diferente de saber ensinar, e eu nunca havia dado aula, ainda assim ela quis tentar, que bom, porque deu muito certo. Depois da nossa primeira aula outras pessoas também me procuraram com a mesma finalidade. Hoje são 10 alunos que fazem aula semanalmente, entre eles: 3 adultos que fazem aula particular e 7 crianças que fazem aula em turma.</p>
<p>Com os adultos trabalho o inglês técnico de acordo com a necessidade de cada um e com as crianças como se fosse uma turma de alfabetização, usamos: músicas, livrinhos, diálogos, pequenos textos, brincadeiras<br />
e etc.</p>
<p>Estou adorando a experiência, para mim está sendo ótimo porque estudo antes de dar as aulas e relembro<br />
coisas que já havia caído no esquecimento.</p>
<p>Bruna Freire, moradora</p>
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		<title>Voz Nativa é destaque em ‘Como Será?’, da Rede Globo</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Oct 2015 14:17:00 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Ações do Projeto]]></category>
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		<description><![CDATA[O projeto Voz Nativa foi selecionado, no início de 2015, pela Rede Globo, como]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto Voz Nativa foi selecionado, no início de 2015, pela Rede Globo, como uma iniciativa bem sucedida de educação, entre diversos projetos em todo o Brasil. Como fruto do reconhecimento, no dia 12 de setembro o trabalho foi apresentado no quadro ‘Tá no Quadro’ do programa ‘Como Será?’, da emissora.</p>
<p>O episódio destacou o sucesso do Jornal Voz Nativa, ao mostrar como uma matéria criada pelos moradores<br />
Felipe Daniel e Vitória Uchoa chamou a atenção do poder público e ocasionou no conserto do cais de<br />
Palmas, que estava em péssimo estado e agora se encontra nas condições devidas. No programa, os dois<br />
jovens moradores contam como a matéria do Jornal contribuiu positivamente para a comunidade e para<br />
suas vidas. Para assistir basta acessar o site do Programa ‘Como Será’ e buscar a edição do dia 12 de<br />
setembro de 2015.</p>
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		<title>Saco do Céu identifica principais problemas em ‘Caravana Voz Nativa’</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 17:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[problemas locais]]></category>
		<category><![CDATA[soluções]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem, dia 08 de outubro, aconteceu, na comunidade do Saco do Céu, a primeira]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, dia 08 de outubro, aconteceu, na comunidade do Saco do Céu, a primeira reunião da série ‘Caravana Voz Nativa’, que dará uma volta na Ilha Grande, realizando debates sobre temáticas presentes no cotidiano das comunidades da Ilha como Áreas Protegidas, Unidades de Conservação, Legislação, Turismo de Base Comunitária, e outros, além de ouvir os moradores sobre problemas locais e pensar formas de buscar soluções participativas.</p>
<p>Para Andrea Santos, presidente da Associação de Moradores, a atividade foi fundamental. “Atendeu bem às expectativas e foi muito bom para o conhecimento da comunidade. É muito importante saber a finalidade de cada órgão e a competência de cada poder para podermos correr atrás dos nossos direitos. Tínhamos muitas dúvidas sobre isso.” Diz.</p>
<p>Um dos objetivos da Caravana é levantar com os moradores os problemas prioritários de cada comunidade para que pensem, em conjunto, possíveis soluções.</p>
<p>“Nós fizemos uma dinâmica participativa em que cada morador registrou os três maiores problemas, e a partir daí identificamos o que era prioritário para a maioria deles. No Saco do Céu, saúde, comunicação e saneamento apareceram como os primeiros. Iniciamos, então, um debate mais profundo sobre cada tema, a solução desejada e os caminhos possíveis para a comunidade buscar soluções com as instituições responsáveis.” Explicou Marcio Ranauro, coordenador do projeto.<br />
<a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/10/blog3.jpg"><img class=" size-medium wp-image-1076 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/10/blog3-300x208.jpg" alt="blog3" width="300" height="208" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/10/blog1.jpg"><img class=" size-medium wp-image-1075 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/10/blog1-300x208.jpg" alt="blog1" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Todos os moradores são bem-vindos nos encontros, que já têm datas nas comunidades de Araçatiba, Praia Vermelha e Praia da Longa.</p>
<p><strong>Agenda: </strong><br />
Araçatiba &#8211; Coreto &#8211; 13/out &#8211; terça-feira &#8211; 16 horas<br />
Praia Vermelha &#8211; Escola Municipal &#8211; 15/out &#8211; quinta-feira &#8211; 16 horas<br />
Praia da Longa – Coreto &#8211; 15/out &#8211; quinta-feira &#8211; 9 horas</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Família Nakamashi: Como começou a colônia japonesa no Bananal</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 13:42:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Família Nakamashi]]></category>
		<category><![CDATA[japoneses na ilha grande]]></category>

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		<description><![CDATA[Ushizuke Nakamashi desembarcou no Porto de Santos no ano de 1915, onde trabalhou algum]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ushizuke Nakamashi desembarcou no Porto de Santos no ano de 1915, onde trabalhou algum tempo como estivador. Como costume da época, as esposas dos imigrantes japoneses vinham da terra natal e só<br />
se conheciam por fotografia. Dona Shingue vem do Japão para casar-se com Ushizuke Nakamashi.</p>
<p>Por volta de 1930, Ushizuke Nakamashi visita a Baía da Ilha Grande, percebe uma grande quantidade de<br />
sardinha e resolve explorar o pescado na Praia do Bananal. Quando chegou no Bananal essa pequena comunidade tinha como principal atividade econômica a lavoura familiar. A pesca era ocasional, em canoas ou nas costeiras.</p>
<p>Ushizuke passa então a ser conhecido como João Nakamashi e sua esposa, Maria Nakamashi (era comum<br />
entre os imigrantes adotarem nomes brasileiros para facilitar a comunicação). João começa seu negócio, industrializando a sardinha para vender para a colônia japonesa em São Paulo.</p>
<p>Defumava-se o peixe, para ser consumido em sopas. Após algum tempo, a sardinha passa a ser salgada e<br />
enlatada. A família cresce, com seus filhos Iwauo, Hiroshi, Sakae, Benedito, Maria Esmeralda e Getúlia.<br />
A Fábrica de Sardinha é erguida, os filhos ajudam no trabalho. O filho mais velho Iwauo Nakamashi, e<br />
sua esposa Fuzie Nakamashi, levam em frente o empreendimento e levantam uma nova fábrica, mais ampla e com maquinaria moderna.</p>
<p>No final dessa década, as finanças da família passam por uma grave crise e seu irmão – Hiroshi Nakamashi deixa seu filho Paulo cuidando da família e vem para a Ilha ajudar o irmão. Dois anos depois, volta para São Paulo e Kiyoshi Nakamashi, mais conhecido como Preto, vem ajudar seus pais. Preto ainda trabalhava na sardinha, mas nos meados da década de oitenta a atividade já não se sustentava, por causa do rigor na fiscalização, diminuição na oferta de pescado, concorrências de outras regiões do país e novas Leis Ambientais. Em 1987, os Nakamashis, pioneiros na exploração de sardinha, fecham as portas.</p>
<p>Na década de 1990, Preto e sua esposa Noriko, que tiveram 3 filhos: Roberta, Diego e Rafaela, começaram<br />
a receber visitantes paulistanos por intermédio de amigos e parentes nas instalações da antiga fábrica.<br />
A antiga Fábrica de Sardinha começa a se transformar, então, em Pousada. Antigos tanques de salga viram<br />
quartos, camas são feitas de bambu. Surge a Pousada do Preto, um grande point de jovens que se venturavam num destino ainda pouco explorado. Inclusive naquelas viagens, muitos casais se conheceram, hoje estão casados e ainda frequentam o local responsável pelo início do romance.</p>
<p>Texto por Família Nakamashi</p>
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		<title>Descaso e Acidentes na saída da Trilha de Palmas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2015 13:30:26 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Há aproximadamente cinco anos, a ponte que liga a T10 até a Praia de Palmas caiu quando, depois de uma forte chuva, a barra estourou. Desde então turistas e moradores encontram dificuldades para sair da trilha e chegar até a praia, muitos tentam passar pela água pulando por pedras escorregadias enquanto outros tentam descer por uma pedra com auxílio de um cabo posto por moradores.</p>
<p>Muitas pessoas não conseguem descer pela pedra e correm risco de escorregar e sofrer sérios acidentes. A população e os turistas precisam de atenção em relação a este assunto, pois em caso de acidente a praia não tem, sequer, uma estrutura de atendimento médico.</p>
<p>Houve um episódio em que uma turista francesa quebrou o pé ao descer a pedra correndo. Socorremos a<br />
moça que chorava de dor e ligamos para emergência. Conseguimos falar com o Corpo de Bombeiros de Mangaratiba e estes disseram que passariam o caso para Angra. Cerca de 30 minutos depois o Corpo de Bombeiros de Angra ligou pedindo a localização da turista, e solicitando que ela não saísse do local, informado que já estavam a caminho. Esperamos uma hora e meia, então, ligamos novamente para saber se já estavam chegando, disseram que sim, e duas horas após esta confirmação eles ligaram dizendo que não poderiam vir e que ela deveria recorrer ao posto de saúde no Abraão.</p>
<p>Por fim, tivemos que colocar a moça no barco do meu marido, que estava trabalhando e a levou para o Abraão. Mais uma vez liguei para o 192 para pedir que uma ambulância aguardasse no Cais, disseram que estariam lá, mas quando chegaram, ele teve que deixar a moça sozinha no barco, correr até o Corpo de Bombeiros e pedir ajuda, só então a turista conseguiu atendimento. Situação Lamentável.</p>
<p>Bruna Freire, 30 anos, moradora.</p>
<p>“Muito difícil descer essa pedra, não tenho mais idade pra isso. Espero que coloquem a ponte de volta.”<br />
Marta, 53 anos, Turista de Itaguaí</p>
<p>“É muito difícil repor uma ponte pequena e necessária? Por favor, facilitem nossa vida, reponham a ponte.” Rachel, 32 anos, Turista Inglesa</p>
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