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	<title>Voz Nativa &#187; abraão</title>
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		<title>Projeto Ilha Grande Jiu Jitsu &#8211; Equipe Abraão</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 15:59:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Projeto Ilha Grande Jiu Jitsu comemora em dezembro de 2015 um ano e]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Ilha Grande Jiu Jitsu comemora em dezembro de 2015 um ano e meio de funcionamento. Com aulas às terças e quintas-feiras, de 13h às 15h, na Casa de Cultura Constantino Cokotós, na Vila do Abraão, o projeto é totalmente gratuito e aberto à homens e mulheres de todas as idades que se interessem em praticar o esporte.</p>
<p>A prática da Arte Marcial Jiu-Jitsu tem como principal objetivo educar e formar indivíduos com determinação, respeito e disciplina, visando ao resgate da auto-estima e à disseminação da cultura de paz nas comunidades que estão inseridas.</p>
<p>No Abraão, jovens e adultos participam das atividades, fortalecendo o sentimento de pertencimento pelo local e os laços de respeito entre si.</p>
<p>Agradecimentos: Professor Nelson Elias, Adriano D´Aguiar (Casa de Cultura Constatino Cokótos) Grupo Ecológico de Voô da Ilha Grande (GEVIG), Ernani Cristianes Neto, Equipe Objetiva e Pousada Caiçara.</p>
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		<title>Alunos vão à Feira Literária em Paraty</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 19:40:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No dia 03/07 os alunos do Colégio Estadual Brigadeiro Nóbrega visitaram a Feira Literária]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 03/07 os alunos do Colégio Estadual Brigadeiro Nóbrega visitaram a Feira Literária Internacional de Paraty &#8211; Flip, que ocorre anualmente e é considerada um dos principais encontros literários do país e da América do Sul. A Flip tem o objetivo de homenagear grandes escritores nacionais e internacionais, além de oferecer palestras, oficinas literárias e variada programação para crianças, jovens e adultos.</p>
<p>Este ano estiveram presentes 39 escritores e o homenageado foi o Paulista Mário de Andrade (1893-1945), escritor que buscou interpretar o Brasil de diferentes modos. Mário de Andrade escreveu livros clássicos como Macunaíma e Amar, Verbo Intransitivo. A importância de comparecer e participar de um evento desse gênero é ampliar a sua cultura e seu aprendizado, por isso, nós, alunos do Brigadeiro Nóbrega, estivemos presentes, aprendendo e trocando experiências.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/flip2.jpg"><img class=" size-medium wp-image-1016 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/flip2-300x208.jpg" alt="flip2" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Manoela Veiga, 1° ano &#8211; jovem monitora</p>
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		<title>Em meio à alegria, ao amor e à cultura da Ilha</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 19:10:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Conheça um pouco de Nathalicio José Martins, de 84 anos, que acompanhou o conjunto]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça um pouco de Nathalicio José Martins, de 84 anos, que acompanhou o conjunto Prata da Casa durante anos, alegrando os bailes do Abraão.</p>
<p><strong>Conte sobre sua vida na Ilha Grande&#8230;</strong><br />
Hoje eu estou com 84 anos. Vim com cinco anos de Mangaratiba para a Ilha com o meu pai, que criou a 1ª padaria do<br />
Abraão. Em 1949 fui para o Rio de Janeiro servir à Aeronáutica e depois voltei para a Ilha para ajudar meu pai com o<br />
trabalho. Em 1956 fui trabalhar no presídio da Praia Preta e, logo depois, no presídio de Dois Rios. Na Ilha minha maior<br />
diversão era jogar futebol, assistir aos filmes no cinema do presídio e cantar.</p>
<p><strong>Como foi sua ligação com o conjunto Prata da Casa?</strong><br />
Em 1990 passei a acompanhar o ‘Prata da Casa’, conjunto criado pelo Constantino Cokotós, que conhecia desde quando estudávamos juntos na escola. Acompanhava o grupo nos aniversários e na Folia de Reis, em que se comemorava a vida de Jesus Cristo. Apenas uma pessoa da família sabia que nós iríamos na casa, então entrávamos de surpresa e virávamos a noite de casa em casa, cantando músicas que versavam sobre a vida de Jesus.</p>
<p><strong>Sobre que outros assuntos as músicas tratavam?</strong><br />
Falavam também da realidade da Ilha, de amor. Sem o amor ninguém vive, né? Então as músicas falavam sobre amor, decepção amorosa. Às vezes o cara estava só no bar tomando uma cerveja e escrevia uma música&#8230;</p>
<p><strong>E por falar em amor, o senhor se casou por aqui?</strong><br />
Eu casei aqui na Igreja do Abraão, em 1960. Conheci a Deise nas férias que eu passava na Ilha, enquanto morava no Rio. Naquela época eu passava em Mangaratiba para vê-la, vinha visitar meus pais na Ilha, e depois voltava para encontrá-la. Tivemos quatro filhos, que cresceram aqui e só saíram depois de adultos. Fomos casados 48 anos, até 2008, quando Deise faleceu. Tem alguma história engraçada que o senhor pode contar pra gente? Sobre o presídio, o amor ou a música? Ah! Teve uma vez na Casa de Cultura que entrou uma senhora com duas muletas e dois homens segurando ela pelos braços. Eu estava tocando e a senhora foi se soltando dos homens e das muletas e saiu dançando. Depois disso começaram a me chamar de ‘cantor milagroso’.</p>
<p><strong>Para você, a música pode mesmo ser um milagre?</strong><br />
A música, para mim, serve para alegrar e para manter a cultura da Ilha. A música foi responsável pela diversão de muitos que iam para o baile e dançavam a noite toda. Com uma viola, um chocalho e um pandeiro se fazia um baile. Recuperar a história é muito importante, por isso é fundamental dar continuidade ao conjunto ‘Prata da Casa’, como os jovens estão fazendo.</p>
<p>Entrevista elaborado por Ana Clara Martins, Jovem Monitora e neta de seu Nathalício</p>
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		<title>Taekwondo na Vila do Abraão</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2015 23:30:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu, Ernani Cristianes Neto, há dez anos quando voltei para a Ilha Grande, vi]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Eu, Ernani Cristianes Neto, há dez anos quando voltei para a Ilha Grande, vi que as crianças e jovens locais não tinham muita opção de lazer e esporte na Vila do Abraão. E isso facilitava alguns a ingressarem no uso do álcool.</p>
<p>Preocupado com a situação, como eu já tinha instrução no Taekwondo (1° gubi, vermelha ponta preta), obtive permissão do meu mestre Nelson, de Angra dos Reis, e comecei as aulas de Taekwondo, que é um esporte olímpico de disciplina oriental, no Abraão. Com isso, consegui arrebatar entre os alunos, alguns jovens que estavam entrando no mundo do álcool.</p>
<p>Participamos de dois campeonatos estaduais. Trouxemos dez medalhas, sendo cinco campeões. Na época fomos divulgados pelo Jornal Eco. Mas com o passar do tempo, ocupado, não mais ministrei aulas e nem treinei, e isso me incomodava.</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/jornal04_08.jpg"><img class=" size-medium wp-image-877 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/jornal04_08-300x208.jpg" alt="jornal04_08" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Ano passado conheci o professor Tiago Azevedo, faixa preta 2° dan, de Conceição de Jacareí, e fiz o convite para ministrar aulas de Taekwondo aqui na Vila do Abraão, que aceitou de imediato.</p>
<p>Ficamos com o problema do espaço para as aulas. Com a ajuda do coordenador da Casa de Cultura Constantino Cokotós, Adriano da Guia, e o apoio da Gevig que entrou com o pedido de uso da Casa de Cultura para as aulas de Taekwondo e Jiu Jitsu, conseguimos dar reinício às práticas.</p>
<p>Hoje estamos com um ano de Taekwondo com vários atletas que já passaram por diversos exames de faixa, e o Jiu Jitsu, também com um ano de sucesso.</p>
<p>Ernani Cristianes Neto &#8211; morador da Vila do Abraão</p>
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