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	<title>Voz Nativa &#187; araçatiba</title>
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		<title>Gincana Ecológica une toda comunidade em prol do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 19:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Voz da Ilha]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 27 de junho, na Praia Grande de Araçatiba, aconteceu a Gincana Ecológica,]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 27 de junho, na Praia Grande de Araçatiba, aconteceu a Gincana Ecológica, ação do ‘Sábado Letivo’, dia em que toda a comunidade se envolve em atividades em prol do meio ambiente e incentiva nos jovens de diferentes praias um olhar diferenciado em relação ao meio ambiente, observando a natureza preservada e visivelmente poluída. A Gincana envolveu alunos, professores, funcionários, Brigada Mirim e comunidade em atividades como caça ao tesouro, soletrando, arrecadação de alimentos, recolhimento de materiais recicláveis, construção de horta, jardinagem e outras. Foram arrecadados mais<br />
de sessenta quilos de alimentos, que serão doados para uma instituição social, e ainda mais de três mil latinhas e garrafas pets, para reaproveitamento.</p>
<p><strong>O que os alunos falaram sobre o Sábado Letivo:</strong></p>
<p>A gincana foi muito legal, nós andamos pela praia, brincamos de caça ao tesouro, fomos também pedir alimentos para as pessoas e também pegamos latinhas, garrafas pet e trouxemos mudas para poder fazer plantações na escola. Foi a melhor gincana que já participamos. <strong>Brenda da Silva Basílio &#8211; 6 º ano – Matariz</strong></p>
<p>Para mim foi muito legal e divertido. A gente arrecado latinhas, saímos pela comunidade para arrecadar alimentos para pessoas carentes. <strong>Rodrigo Taveres Maciel – 6º ano – Araçatiba</strong></p>
<p>A gincana ecológica foi legal, porque nós aprendemos muitas coisas como plantar e cuidar do meio ambiente. A gincana foi produtiva e muito legal. Espero que tenham outras logo! <strong>Mackauly de Oliveira Cerques &#8211; 6 º ano – P. Vermelha</strong></p>
<p>Gostei muito porque saímos de casa e não ficamos só no telefone. Fizemos atividades físicas, procuramos tesouro, brincamos de soletrar, nos divertimos muito. Foi muito legal! <strong>Lara Pedro – 9º ano &#8211; Praia Vermelha</strong></p>
<p>Para mim foi muito legal e divertido. A gente arrecadou latinhas, saímos pela comunidade para arrecadar alimentos para pessoas carentes. <strong>Rodrigo Taveres Maciel – 6º ano – Araçatiba</strong></p>
<p>Amei, achei que foi muito bom para todo mundo e também para a natureza. Luiza Eduarda dos Remédios Anjos – <strong>6º ano &#8211; P. Vermelha</strong></p>
<p>O dia da gincana foi muito legal, porque me diverti com meus amigos. Brincamos muito e depois coletamos mantimentos pelas casas em Araçatiba.Jessi de Lima – 9º ano &#8211; <strong>Ponta Grossa</strong></p>
<p>Eu gostei porque vieram vários professores! E sair de casa sábado, para mim, para ir à escola, até que não foi ruim não. Foi bom e muito divertido. <strong>Stefanie Santos de Queiroz – 9 º ano – Matariz</strong></p>
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		<title>Um  Passado Não  Muito  Distante</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2015 11:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Voz da Ilha]]></category>
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		<category><![CDATA[artigo]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Ao escrever este artigo, me recordo saudosista de um tempo em que vivíamos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/um-passado-nao-muito-distante2.jpg"><img class=" size-medium wp-image-820 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/um-passado-nao-muito-distante2-300x208.jpg" alt="um passado nao muito distante2" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Ao escrever este artigo, me recordo saudosista de um tempo em que vivíamos apaixonados por uma ilha, em que mesmo sem luz elétrica, vivíamos mais próximos e felizes. Que doce lembrança trago na recordação da minha infância, em que após aquecida a água no fogo à lenha, tomávamos nosso banho de bacia. E depois, após o jantar à luz de velas ou de lampião, íamos forrar um pano e fazer o nosso travesseiro com um monte de areia, que ficava abaixo do lençol na altura da cabeça e deitar na praia para ouvir as histórias que nossos pais e avós contavam.</p>
<p>Muitas vezes, antes de deitarmos, corríamos na praia para brincar de pique esconde, roda, salada mista (como era bom e inocente brincar de salada mista, mesmo sob à luz do Luar)!</p>
<p>E o namoro escondido, na juventude&#8230;os pais saíam atrás das mocinhas, mesmo com um lampião a gás e levávamos muitas “broncas”, que na hora doía, mas valia à pena o esforço de sair às escondidas e encontrar com nosso amado namorado!</p>
<p>Lembro quando minha mãe ia para roça com minha avó e lá colhiam guando (espécie de feijão), colhiam também batata doce, cana, café, mandioca para fa-zer farinha. Nossa!  A farinha feita no forno, saindo quentinha e o beiju delicioso para tomar aquele café de cana.</p>
<p>Lembro que era época de presídio, mas para alguns moradores até o famoso “preso” no mato não nos assustava. Não para nós crianças&#8230;dava um friozinho na barriga, mas era a oportunidade de dormirmos todos em uma só casa. Nos protegíamos assim.</p>
<p>Quando o presídio foi desativado a ilha se uniu para obter a energia elétrica.  Conseguimos, tivemos mais conforto, os turistas foram chegando e os recebemos de braços abertos. Talvez tivéssemos abraçado demais, talvez fosse a novidade de receber pessoas novas, eu não sei. Só sei que a ilha não estava preparada, não havia se organizado para receber tantas pessoas. Víamos com a chegada do turismo um futuro promissor, mas a falta de estrutura e talvez a inocência dos moradores, foram o suficiente para nos entregarmos ao progresso. Mas, todo progresso tem suas consequências, a verdade é que fomos surpreendidos e oprimidos por muitas Leis que proibiam e proíbem o morador de realizar na sua simplicidade o que mais gostava de fazer. A verdade é que muitos jovens se desviaram por caminhos que, por ilusão ou por satisfação, se entregaram e assim abandonam de vez a sua raiz, a sua cultura.</p>
<p>A cultura de um lugar é a nossa história e ela jamais pode ser esquecida.</p>
<p>Saionara Maciel, Diretora da Escola Municipal Sylvestre Travassos, Araçatiba</p>
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		<title>Ausência de atendimento médico em Araçatiba</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2015 23:16:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vejo que não é suficiente atendimento médico apenas segunda e quarta-feira na unidade de]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Vejo que não é suficiente atendimento médico apenas segunda e quarta-feira na unidade de saúde em Araçatiba. Dois dias na semana não são suficientes para atendimento médico. Além de Araçatiba a Praia Vermelha e a Longa também fazem parte desta comunidade. Então eu pergunto: Como a equipe médica poderia atender de modo que viesse suprir nossa carência na área de saúde em três comunidades com apenas dois dias na semana?</p>
<p>Marlon Castro Ramos &#8211; 17 anos, morador de Araçatiba</p>
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		<title>A conquista do Barco Escola para crianças e jovens</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2015 11:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Voz da Ilha]]></category>
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		<category><![CDATA[barco escola]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; O Barco Escola aqui na Ilha, como a maioria das pessoas diz, começou]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O Barco Escola aqui na Ilha, como a maioria das pessoas diz, começou no ano de 1992. Concluir o ensino fundamental era um desejo e um sonho dos jovens nessa época, porque as escolas só ofereciam estudos até a 4ª série (atual 5º ano) e poucas eram as famílias que tinham condições de colocar os filhos para estudar em Angra. Era uma reivindicação antiga dos alunos ao governo, mas a turma da escola General Sylvestre Travassos teve a ideia de escrever uma carta para o secretário educação. A professora Selma Martins deu todo apoio e ainda levou nossa carta ao secretário, que, gentilmente, não só leu como veio conversar conosco e trouxe a ideia de ter um barco que pegasse os alunos pelas praias, começando pelo Bananal e vindo pela costa até o Provetá, onde a escola era maior pois lá e a segunda maior comunidade da ilha. Com isso, mais alunos iam ter a oportunidade de continuar estudando.</p>
<p>Foi maravilhoso ter essa oportunidade, muitos daqueles alunos que iniciaram a primeira turma de 6º ano lá na escola Pedro Soares são formados e alguns até trabalham na rede municipal de educação. Apesar de todas as dificuldades inicias, nós conseguimos, com muita coragem, força de vontade e determinação, pois era um sonho concluir o ensino fundamental.</p>
<p>Fiz o ensino superior e escolhi voltar e viver nessa maravilha que é a Araçatiba.</p>
<p>Por Fernanda Carvalho, professora do projeto Malê</p>
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		<title>Escola: o meu, o seu,  o nosso papel é cuidar!</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2015 11:20:56 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[A Voz da Ilha]]></category>
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		<description><![CDATA[No que a escola precisa melhorar: Ter mais professores. Ter mais zeladores. Só tem]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No que a escola precisa melhorar:</strong></p>
<ul>
<li>Ter mais professores.</li>
<li>Ter mais zeladores. Só tem um.</li>
<li>Ter mais merendeiras.</li>
<li>Arrumar o portão.</li>
<li>Aumentar o pátio.</li>
<li>Botar ar condicionado.</li>
<li>Ter mais passeios.</li>
<li>Uma quadra com cerca para a bola não passar e não quebrar a lâmpada e cair nos alunos.</li>
<li>Arrumar a janela.</li>
<li>Aumentar o pátio.</li>
<li>Arrumar os ventiladores.</li>
</ul>
<p><strong>O que a gente precisa fazer para melhorar a escola:</strong></p>
<ul>
<li>Não pintar as carteiras</li>
<li>Não rabiscar as paredes</li>
<li>Não sair de sala de aula</li>
<li>Não jogar lixo no chão</li>
<li>Respeitar os professores</li>
<li>Não brigar na escola</li>
<li>Não sujar o banheiro</li>
</ul>
<p>Por Alunos da Escola Municipal Sylvestre Travassos, moradores de Araçatiba</p>
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