<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Voz Nativa &#187; Família Nakamashi</title>
	<atom:link href="http://voznativa.eco.br/?feed=rss2&#038;tag=familia-nakamashi" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://voznativa.eco.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 Apr 2016 17:32:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.23</generator>
	<item>
		<title>Família Nakamashi: Como começou a colônia japonesa no Bananal</title>
		<link>http://voznativa.eco.br/?p=1094</link>
		<comments>http://voznativa.eco.br/?p=1094#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 13:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Voz da Ilha]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Família Nakamashi]]></category>
		<category><![CDATA[japoneses na ilha grande]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://voznativa.eco.br/?p=1094</guid>
		<description><![CDATA[Ushizuke Nakamashi desembarcou no Porto de Santos no ano de 1915, onde trabalhou algum]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ushizuke Nakamashi desembarcou no Porto de Santos no ano de 1915, onde trabalhou algum tempo como estivador. Como costume da época, as esposas dos imigrantes japoneses vinham da terra natal e só<br />
se conheciam por fotografia. Dona Shingue vem do Japão para casar-se com Ushizuke Nakamashi.</p>
<p>Por volta de 1930, Ushizuke Nakamashi visita a Baía da Ilha Grande, percebe uma grande quantidade de<br />
sardinha e resolve explorar o pescado na Praia do Bananal. Quando chegou no Bananal essa pequena comunidade tinha como principal atividade econômica a lavoura familiar. A pesca era ocasional, em canoas ou nas costeiras.</p>
<p>Ushizuke passa então a ser conhecido como João Nakamashi e sua esposa, Maria Nakamashi (era comum<br />
entre os imigrantes adotarem nomes brasileiros para facilitar a comunicação). João começa seu negócio, industrializando a sardinha para vender para a colônia japonesa em São Paulo.</p>
<p>Defumava-se o peixe, para ser consumido em sopas. Após algum tempo, a sardinha passa a ser salgada e<br />
enlatada. A família cresce, com seus filhos Iwauo, Hiroshi, Sakae, Benedito, Maria Esmeralda e Getúlia.<br />
A Fábrica de Sardinha é erguida, os filhos ajudam no trabalho. O filho mais velho Iwauo Nakamashi, e<br />
sua esposa Fuzie Nakamashi, levam em frente o empreendimento e levantam uma nova fábrica, mais ampla e com maquinaria moderna.</p>
<p>No final dessa década, as finanças da família passam por uma grave crise e seu irmão – Hiroshi Nakamashi deixa seu filho Paulo cuidando da família e vem para a Ilha ajudar o irmão. Dois anos depois, volta para São Paulo e Kiyoshi Nakamashi, mais conhecido como Preto, vem ajudar seus pais. Preto ainda trabalhava na sardinha, mas nos meados da década de oitenta a atividade já não se sustentava, por causa do rigor na fiscalização, diminuição na oferta de pescado, concorrências de outras regiões do país e novas Leis Ambientais. Em 1987, os Nakamashis, pioneiros na exploração de sardinha, fecham as portas.</p>
<p>Na década de 1990, Preto e sua esposa Noriko, que tiveram 3 filhos: Roberta, Diego e Rafaela, começaram<br />
a receber visitantes paulistanos por intermédio de amigos e parentes nas instalações da antiga fábrica.<br />
A antiga Fábrica de Sardinha começa a se transformar, então, em Pousada. Antigos tanques de salga viram<br />
quartos, camas são feitas de bambu. Surge a Pousada do Preto, um grande point de jovens que se venturavam num destino ainda pouco explorado. Inclusive naquelas viagens, muitos casais se conheceram, hoje estão casados e ainda frequentam o local responsável pelo início do romance.</p>
<p>Texto por Família Nakamashi</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://voznativa.eco.br/?feed=rss2&#038;p=1094</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
