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	<title>Voz Nativa &#187; ilha grande</title>
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		<title>Fotos da Ilha Grande postadas no Instagram viram livro e exposição</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2015 17:30:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Durante os meses de dezembro e janeiro, a Vila do Abraão recebe a Exposição]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>         Durante os meses de dezembro e janeiro, a Vila do Abraão recebe a Exposição de Fotos ‘#Ilhagram: Olhares da Ilha’, na Sede do Parque Estadual da Ilha Grande. A exposição, idealizada pelo Voz Nativa, junto com um livro de mesmo nome, reúne um acervo de imagens construído coletivamente através de postagens na rede social Instagram. </p>
<p>       Utilizando o poder da internet, moradores e turistas do mundo todo compartilharam no Instagram seus momentos na Ilha Grande em 2015 com a hashtag #ilhagram e participaram dos desafios propostos pelo projeto. A cada novo desafio, diversas postagens eram feitas e as melhores fotos foram selecionadas para compor a exposição e o livro.</p>
<p>    “Nós acreditamos que é contando histórias que guardamos as boas memórias e que valorizamos aquilo que temos de melhor, por isso editamos o livro ‘#Ilhagram: Olhares da Ilha’, que nos mostra pontos de vista de moradores e turistas. O livro e a exposição mostram que não existe apenas uma Ilha Grande, mas uma multiplicidade de olhares que contam o que ela é hoje.” Diz Marcio Ranauro, coordenador do Projeto Voz Nativa. </p>
<p>        A exposição ficará aberta para visitação gratuita do público até o dia 30 de janeiro, de quarta a domingo, das 10h às 16h, na Sede do Parque Estadual da Ilha Grande.</p>
<p>      O livro, que também é de distribuição gratuita tem sua versão online para download <a href="http://issuu.com/projetovoznativa/docs/livro_ilhagram_olharesdailha_web"><strong>aqui</strong></a>, é o segundo da ‘Coleção Voz Nativa’, uma série que conta histórias e registra memórias e fatos da Ilha Grande a partir da construção coletiva. </p>
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		<title>Descaso e Acidentes na saída da Trilha de Palmas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2015 13:30:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há aproximadamente cinco anos, a ponte que liga a T10 até a Praia de]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há aproximadamente cinco anos, a ponte que liga a T10 até a Praia de Palmas caiu quando, depois de uma forte chuva, a barra estourou. Desde então turistas e moradores encontram dificuldades para sair da trilha e chegar até a praia, muitos tentam passar pela água pulando por pedras escorregadias enquanto outros tentam descer por uma pedra com auxílio de um cabo posto por moradores.</p>
<p>Muitas pessoas não conseguem descer pela pedra e correm risco de escorregar e sofrer sérios acidentes. A população e os turistas precisam de atenção em relação a este assunto, pois em caso de acidente a praia não tem, sequer, uma estrutura de atendimento médico.</p>
<p>Houve um episódio em que uma turista francesa quebrou o pé ao descer a pedra correndo. Socorremos a<br />
moça que chorava de dor e ligamos para emergência. Conseguimos falar com o Corpo de Bombeiros de Mangaratiba e estes disseram que passariam o caso para Angra. Cerca de 30 minutos depois o Corpo de Bombeiros de Angra ligou pedindo a localização da turista, e solicitando que ela não saísse do local, informado que já estavam a caminho. Esperamos uma hora e meia, então, ligamos novamente para saber se já estavam chegando, disseram que sim, e duas horas após esta confirmação eles ligaram dizendo que não poderiam vir e que ela deveria recorrer ao posto de saúde no Abraão.</p>
<p>Por fim, tivemos que colocar a moça no barco do meu marido, que estava trabalhando e a levou para o Abraão. Mais uma vez liguei para o 192 para pedir que uma ambulância aguardasse no Cais, disseram que estariam lá, mas quando chegaram, ele teve que deixar a moça sozinha no barco, correr até o Corpo de Bombeiros e pedir ajuda, só então a turista conseguiu atendimento. Situação Lamentável.</p>
<p>Bruna Freire, 30 anos, moradora.</p>
<p>“Muito difícil descer essa pedra, não tenho mais idade pra isso. Espero que coloquem a ponte de volta.”<br />
Marta, 53 anos, Turista de Itaguaí</p>
<p>“É muito difícil repor uma ponte pequena e necessária? Por favor, facilitem nossa vida, reponham a ponte.” Rachel, 32 anos, Turista Inglesa</p>
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		<title>Festas Católicas na Ilha Grande</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 19:57:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As festas católicas são uma tradição antiga da Ilha e são bem fortes nas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As festas católicas são uma tradição antiga da Ilha e são bem fortes nas comunidades de pescadores, já que estes de identificam com a realidade litorânea que esteve sempre presente na vida de Jesus. Manter estas festas significa manter a fé católica nas pessoas e manter a identidade delas. Estas festas são organizadas por pessoas das próprias comunidades que se reúnem para conseguir apoio e dividir as tarefas das atividades que ocorrem durante as festas. As principais fontes de<br />
apoio hoje são a prefeitura, a Cultuar, a Turisangra e as pessoas que têm vínculos com a igreja.</p>
<p>Nestas comemorações, há sempre uma procissão na qual as embarcações saem do cais e percorrem a enseada da praia. Logo em seguida é realizada a santa missa e, ao final, há uma queima de fogos. Encerrada a parte religiosa, começa um forró para a diversão de toda a comunidade.</p>
<p><strong>Agenda de Festividades Católicas na Ilha Grande</strong></p>
<p>Janeiro &#8211; Abraão – São Sebastião<br />
Janeiro &#8211; Aventureiro – Santa Cruz<br />
Junho &#8211; Longa – São Pedro<br />
Julho &#8211; Matariz – Sant´ana<br />
Julho &#8211; Freguesia de Sant´ana – Sant´ana<br />
Agosto &#8211; Araçatiba – Nossa Senhora da Lapa<br />
Setembro &#8211; Saco do Céu – São Cosme e São Damião<br />
Outubro &#8211; Dois Rios – Nossa Senhora Mãe dos Homens<br />
Outubro &#8211; Palmas – São Benedito<br />
Data Móvel &#8211; Bananal – Divino Espírito Santo<br />
Data Móvel – Parnaioca – Santa Cruz de Jesus</p>
<p>Onde há igreja católica hoje na Ilha: Saco do Céu, Freguesia de Sant’ana, Bananal, Matariz, Longa, Araçatiba, Aventureiro, Parnaioca, Dois Rios, Palmas, Lopes Mendes e Abraão.</p>
<p>Matéria elaborada por Elisângela Guedes e Érica Soares, jovens monitoras,a partir de entrevista com Frei Luiz.</p>
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		<title>Curso de Gestão Sustentável de Meios de Hospedagem em Araçatiba</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 11:59:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[gestão de meios de hospedagem]]></category>
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		<description><![CDATA[É em um misto de tranquilidade caiçara e visita de poucos, mas recorrentes e]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É em um misto de tranquilidade caiçara e visita de poucos, mas recorrentes e fieis, turistas, que vive a Praia Grande de Araçatiba. Com cerca de 10 pousadas, entre empreendedores nativos e não nativos, a comunidade é um destino promissor no que se refere ao turismo, por conta de sua beleza estonteante e ainda preservada.</p>
<p>Foi pensando nisso que o Voz Nativa ofereceu, entre os dias 10 e 14 de agosto, o curso de ‘Gestão Sustentável de Meios de Hospedagem’, com o objetivo de capacitar em diversos temas profissionais que recebem turistas em pousadas, casas, campings, veraneio e outros meios de hospedagem.</p>
<p>Ministrado por Ana Pimentel, consultora do SEBRAE e do Ministério do Turismo, os temas abordados foram estrutura do empreendimento, cargos e atribuições;  tipologias e classificação dos meios de hospedagem; atendimento ao público e uso de mídias sociais; legislação e formalização dos empreendimentos; ferramentas de reserva; elaboração de plano de sustentabilidade, e outros.</p>
<p>Todos os moradores foram convidados a participar do curso, inteiramente gratuito, e se capacitar para um turismo cada vez mais crescente na comunidade.</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/02.jpg"><img class=" size-medium wp-image-758 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/02-300x208.jpg" alt="02" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Para Andrea Urbano, moradora de Araçatiba e dona de pousada que já participou de quatro cursos do Voz Nativa na comunidade: “Esses cursos que são feitos pelo Voz Nativa estão sendo um aprendizado a mais para mim e para todos nós que trabalhamos com pousadas. Desde que eu conheci o Voz Nativa, eu vejo que os cursos e o tem sido muito importante. O jornal Voz Nativa traz muitas informações sobre todas as comunidades, com ele ficamos sabendo informações e aprendemos sobre a nossa e outras comunidades. O Voz Nativa, na minha opinião, significa ‘crescimento’ para a Ilha Grande.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ilha Grande marca presença em Encontro de Turismo de Base Comunitária</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2015 11:48:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 23 e 25 de julho, a Secretaria de Turismo de Paraty]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 23 e 25 de julho, a Secretaria de Turismo de Paraty e a TurisANGRA realizaram, em Tarituba, o I Encontro de Turismo de Base Comunitária (TBC) da Costa Verde. O objetivo principal foi reunir representantes de comunidades tradicionais caiçaras, quilombolas, indígenas e produtores rurais para trocar experiências, dividir desafios e traçar diretrizes para a qualificação do Turismo de Base Comunitária na região.</p>
<p>A presença de lideranças de diferentes localidades deu força ao Encontro e enriqueceu a troca de experiências sobre um turismo que prioriza a cultura, história e tradição local e coloca como protagonista, não os interesses econômicos, mas o território e seu povo.</p>
<p>O evento teve mesa de debates, grupos de trabalho e programação cultural com apresentações, como cirandas, jongos, corais e contos, com artistas caiçaras, quilombolas e indígenas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/tbc2.jpg"><img class=" size-medium wp-image-745 alignnone" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/tbc2-300x208.jpg" alt="tbc2" width="300" height="208" /></a><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/tbc4.jpg"><img class=" size-medium wp-image-747 alignleft" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/tbc4-300x208.jpg" alt="tbc4" width="300" height="208" /></a></p>
<p>As mesas de trabalho foram divididas de acordo com o envolvimento de cada participante com o tema proposto e culminaram na definição de próximos passos para cada um dos temas: Políticas Públicas; Práticas Sustentáveis; Formas de organização e redes; Espaços comunitários e calendário de eventos e cartografia TBC.</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/tbc5.jpg"><img class=" size-medium wp-image-748 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/tbc5-300x208.jpg" alt="tbc5" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Além dos organismos de turismo das duas cidades, também apoiaram o seminário a Fundação de Cultura de Angra (Cultuar), as secretarias de Atividades Econômicas e de Meio Ambiente de Angra, a Universidade Federal Fluminense (Angra), a Universidade Federal Rural do Rio e a Eletronuclear. O Voz Nativa foi responsável por mobilizar representantes da Ilha Grande para participar do evento da discussão, tão importante para toda a Costa Verde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; Com este encontro, buscamos identificar o que vem sendo realizado no setor de turismo de base comunitária, promovendo a troca de experiências e dando visibilidade às iniciativas existentes na Costa Verde. Queremos buscar novas estratégias para a consolidação deste importante eixo do turismo sustentável que promove o desenvolvimento social, cultural e ambiental &#8211; destacou o secretário de Turismo de Paraty, Wladimir Santander.</p>
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		<title>Luz (do sol), câmera e ação no Provetá</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 12:16:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Além da água incrivelmente transparente, Provetá encanta a todos com a recepção e hospitalidade]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Além da água incrivelmente transparente, Provetá encanta a todos com a recepção e hospitalidade dos moradores, sempre atentos às novidades. Durante a semana de 20 a 24 de julho, a equipe do Voz Nativa teve o prazer de conviver com crianças, jovens, adultos e idosos que mostraram  enorme paixão pelo lugar e disposição para mostrar suas belezas.</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/prod-video-3.jpg"><img class=" size-medium wp-image-762 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/prod-video-3-300x208.jpg" alt="prod video 3" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Com o curso de produção de vídeo, os jovens pegaram em câmeras e filmaram histórias e personagens, gravando para o webdocumentário ‘Ilha Grande: cada praia, uma ilha’ aquilo que a praia tem de melhor. Foram pinguins, professores, contadores de histórias, cozinheiros e muito mais. Tudo registrado em imagem e som, a partir da percepção e olhar de cada participante.</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/prod-video-1.jpg"><img class=" size-medium wp-image-760 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/prod-video-1-300x208.jpg" alt="prod video 1" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Introduzidos em temas como elaboração de roteiro, técnicas de filmagem, fotografia e edição, os jovens ainda puderam assistir às suas próprias produções e dividir com o restante da comunidade, a partir de projeção no telão, em praça a céu aberto.</p>
<p>O resultado do curso fará parte do webdocumentário, que poderá ser assistido a partir do mês de novembro.</p>
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		<title>Bem receber, conhecimento cultural e ética: o caminho para o sucesso</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2015 14:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atender bem o cliente, saber a história e a cultura do lugar e ser]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Atender bem o cliente, saber a história e a cultura do lugar e ser ético sempre. Esses foram os pontos principais apontados por Ana Elizabeth e Lúcia Miranda, no curso de Atendimento e Hospitalidade, durante os dias 18 e 19 de maio, na Sede do Parque Estadual da Ilha Grande – INEA, no Abraão.</p>
<p>Com cerca de 40 participantes, divididos em duas turmas – tarde e noite -, o curso, que já aconteceu outra vez no Abraão, em Araçatiba e na Praia Vermelha, apresentou as questões mais importantes do atendimento e da hospitalidade, através de conceitos, arcabouço teórico e compartilhamento de experiências.</p>
<p>Ao contrário do que se pode pensar, ninguém ficou parado durante a capacitação. Para colocar em prática os conceitos apreendidos, os alunos fizeram o que, segundo as professoras, chama-se laboratório. Eles foram convidados a misturarem teatro, criatividade e conhecimentos em uma encenação sobre situações-problema em meios de hospedagens, transporte ou restaurante. Com diversão, participantes apresentaram os novos saberes e trocaram ideias.</p>
<p>“A encenação é para dar a oportunidade para que eles possam colocar em prática – mesmo que de forma hipotética – os conhecimentos que aprenderam” Disse Lúcia Miranda, professora.</p>
<p><img class=" size-medium wp-image-662 alignright" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/06/ate-e-hosp-2-300x240.jpg" alt="ate e hosp 2" width="300" height="240" /></p>
<p>Para Lucia Carvalho, que hoje trabalha em loja de roupas, a capacitação foi muito importante.  “Eu já até conhecia os conteúdos, mas gostei mesmo por causa do formato. Trabalhei em restaurantes e esses conteúdos são fundamentais, pois falta muito conhecimento dos profissionais e isso dificulta a interação com o turista. E precisamos tratar eles muito bem, porque se não tem turista não tem trabalho.”</p>
<p>Para finalizar o curso com um material que beneficiará a todos, os participantes listaram, individualmente, os principais pontos que devem aparecer em um “Guia de Hospitalidade da Ilha Grande”.  A expectativa é reunir todos os conteúdos apontados pelos alunos e desenvolver um material deles para eles mesmos.</p>
<p>“Um material desses quando é feito pelos próprios profissionais torna-se adequado à realidade local. Como a Ilha Grande é uma área protegida, que abriga uma cultura tradicional, tem características específicas e necessidades que ninguém sabe melhor do que o próprio profissional de turismo.”</p>
<p>Para Juliana Morena, de 16 anos, que pretende trabalhar com turismo “essa é uma oportunidade maravilhosa. Um curso destes seria caríssimo. Temos mesmo que aproveitar essa oportunidade do Voz Nativa.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/06/ate-e-hosp1.jpg"><img class=" size-medium wp-image-663 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/06/ate-e-hosp1-300x240.jpg" alt="ate e hosp1" width="300" height="240" /></a></p>
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		<title>Araçatiba quer mais e o Voz Nativa também!</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2014 12:08:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mais uma vez os jovens de Araçatiba pedem um curso e são atendidos. Depois]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez os jovens de Araçatiba pedem um curso e são atendidos.</p>
<p>Depois do sucesso do curso de Atendimento e Hospitalidade ocorrido na Praia Grande de Araçatiba, com mais de 50 alunos em sala de aula, o Voz Nativa volta com mais um curso, dessa vez debatendo o modelo de turismo com a comunidade e conversando sobre meio ambiente e as Unidades de Conservação da Ilha Grande.</p>
<p>Dessa vez foi a vez da oficina de Introdução ao Turismo de Base Comunitária, já oferecida na Vila do Abraão. Com experiência e conhecimento da Ilha Grande, o professor de turismo foi Waldeck Tenório, morador do Abraão, guia turístico e cursando licenciatura em turismo pelo CEDERJ de Angra. O tema de meio ambiente foi trabalhado pelo coordenador geral do Projeto Voz Nativa, Marcio Ranauro Antropólogo e Mestre pelo CPDA/UFRRJ.</p>
<div id="attachment_444" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/04/Marcio_Ranauro-16.jpg"><img class="size-medium wp-image-444" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/04/Marcio_Ranauro-16-300x225.jpg" alt="Professor de Turismo  Waldeck Tenório" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Professor de Turismo Waldeck Tenório</p></div>
<p>Com 16 horas de duração e ministrado durante os dias 1 e 2 de dezembro, o curso abordou temáticas de meio ambiente e sua relação com o turismo, a partir da reflexão e troca de conhecimentos sobre as potencialidades e contradições vivenciadas no cotidiano da Ilha Grande.</p>
<p>O resultado do curso reafirma a sede de conhecimento da comunidade de Araçatiba e mostra para a equipe do Voz Nativa a importância de oferecer os cursos em diferentes praias. Os debates sobre turismo de base comunitária foram importantes para os moradores locais pensarem no futuro do desenvolvimento turístico de Araçatiba, que segue buscando um modelo diferente da Vila do Abraão, atual porta de entrada da Ilha Grande.</p>
<p>“Os alunos daqui de Araçatiba querem muito aprender. São as maiores turmas do projeto, com mais de 40 alunos por curso. Isso nos mostra a potencialidade do Projeto Voz Nativa e nos deixa muito entusiasmados em espalhar cursos por toda a Ilha Grande.” diz Ranauro.</p>
<p><strong>#patrociniopetrobras</strong></p>
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		<title>Identidade Territorial</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2014 19:39:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Desta vez eu irei comentar sobre sentimento de territorialidade. O porquê disto? Se eu]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Desta vez eu irei comentar sobre sentimento de territorialidade. O porquê disto? Se eu estiver dentro da casa do meu melhor amigo, e ao desembalar uma bala jogar o papel da embalagem no chão da sala, com certeza, ele me chamaria a atenção por este feito.</p>
<p>Parece que quando saímos de nossa casa, a rua não nos pertence mais, a praça, a calçada, a praia etc. Podemos sim ter uma postura diferenciada para com o nosso bairro, mas para isto é necessário conhecer nossa história.</p>
<p>A história da Ilha Grande é muito antiga. Vamos encontrá-la nos livros do período das Grandes Navegações e nos registros navais e geográficos feitos pelo alemão Hans Staden, onde ele dava depoimento sobre os indígenas. Por pouco, não foi pelo nosso grande índio Cunhambebe, dos Tamoios desta região. Outro fato histórico foi a flotilha Inglesa de Cavendish que aportou no Abraão no ano de 1591. Os moradores antigos da região e os navegadores da época chamavam o Abraão de ABRÃO.</p>
<p>Não vou me aprofundar sobre os detalhes destas histórias, mesmo porque não sou historiador e isto está registrado para quem quiser pesquisar sobre diferentes períodos da Ilha Grande até os dias atuais. Mas gostaria de mencionar que, apesar de algumas pessoas não gostarem de história do país e do Mundo, ou qualquer outra que seja, tem uma história que o ser humano não pode deixar de conhecer, é a história dele mesmo, de seus pais, de seus avos e bisavós.<br />
Esta é a única maneira dos seres humanos não darem continuidade a determinados erros, preconceitos do passado e também de valorizarmos as coisas boas que foram realizadas e deram credibilidade para a sua própria existência.<br />
Hoje eu compreendo que, no período de 1900 à 1994, a Ilha Grande sofreu quatro influências econômicas e as leis ambientais também trouxeram para a comunidade grandes conflitos, já que esta não teve oportunidade ou tempo para acessar as informações do que estaria acontecendo na região, gerando grande desequilíbrio.<br />
Para sua própria readaptação e sustentabilidade no local, algumas pessoas deixaram seus costumes de lado. Isto justifica a descontinuidade de atividades culturais locais. Se hoje ainda a cultura é vista mais ou menos legal no país, não precisa nem falar de um passado próximo de nossos agentes culturais. Imagine aqui na Ilha Grande.<br />
O Brasil conseguiu construir alguma legislação no âmbito federal para cultura, aprovada agora em 2010. Podemos ver que o processo está apenas começando. O que não é justificável é que alguns moradores e pessoas que sobrevivem desta economia na localidade não têm conhecimento desta história no seu dia a dia para oferecer ao turista, que vem de diferentes lugares do mundo para nos visitar e ficam questionando: qual é a história disto, o que é aquilo? E assim vai nosso cliente embora com a mesma indagação.<br />
O que é pior, são os jovens e adolescentes que vem reproduzindo a mesma desinformação, e com isto vamos desvalorizando a atual economia. A história e cultura do local seriam a cereja do bolo deste modelo econômico, um produto cultural extraordinário. E por falar em produto cultural, a economia atual destruiu uns dos últimos produtos culturais da Ilha Grande, em um período curtíssimo, entre sete e nove anos aproximadamente, a implantação econômica desordenada entrou em choque com que havia sobrado das atividades culturais tradicionais com uma relação comunitária. Foi proibido pela lei do silêncio, levando a extinção destas ações na região. O FORRÓ DE CASA.</p>
<p>Com esta ação egocêntrica de alguns comerciantes, hoje vejo que foi de uma ignorância sem mérito de classificação, o turista iria adorar estar na ilha e participar de um entretenimento cultural diferenciado ou único na região Costa Verde.</p>
<p>Após 20 anos do desenvolvimento da economia do turismo na Ilha Grande, e por estarmos entre o 2º ou 3º índice pluviométrico<br />
do país, quando chove, o clima não fica muito agradável para o turismo náutico e ecológico, e nada mais se tem para oferecer.</p>
<p>Há não ser questionar, o que tem para se fazer? Esta foi mais uma reflexão sobre o sentimento de territorialidade para que você também possa rever os seus conceitos e suas práticas na Ilha Grande, e, que com este texto possamos refletir e contribuir com melhores idéias e<br />
ações no conceito coletivo para região.</p>
<p>Adriano Fabio da Guia &#8211; Contramestre de Capoeira, Coordenador do Projeto Arena Cultural da Ilha Grande e do Centro Cultural Constantino Cokotós.</p>
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		<title>Os Sambaquis da Ilha Grande</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2014 17:34:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por volta de 10 mil anos atrás, as transformações da natureza foram responsáveis pelo]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por volta de 10 mil anos atrás, as transformações da natureza foram responsáveis pelo deslocamento das populações que habitavam o continente americano. A elevação dos níveis de temperatura e dos oceanos motivou os homens dessa época a se deslocarem para as regiões litorâneas da América. A presença humana nessas localidades foi comprovada por meio de aglomerados de conchas e restos de peixes com alguns metros de altura.</p>
<p>O nome desse tipo de formação calcária ficou conhecido como sambaqui, termo em tupi que significa “monte de conchas”. A tese mais comum sobre a existência dos sambaquis explica que a sucessão de comunidades litorâneas foi responsável pela acumulação de conchas, ossos de peixes e outros restos de alimento próximos a vestígios de casas e ossadas humanas. Sabe-se que os sambaquieiros, de norte a sul do Brasil, eram pescadores, juntavam conchas, construíam morros e ali enterravam seus mortos. Mas desde a função dos sambaquis até as habilidades manuais desses grupos, passando por rituais de sepultamento e de manejo de vegetais, há diferenças marcantes de uma região para outra.</p>
<p>No Rio de Janeiro, os grupos fabricavam lâminas de machado, pontas de lanças e outras, utilizadas para a pesca. No sítio Ilhote do Leste, na Ilha Grande, Maria Cristina Tenório, arqueóloga do Museu Nacional, estima que teriam sido polidas mais de 200 mil pedras para servirem como lâminas. Ainda hoje, caminhando na região, pela praia do Aventureiro, podem ser vistos os blocos de pedra usados para fabricar essas ferramentas. Como não há sinais de conflitos internos ou com outros grupos, acredita-se que essas ferramentas serviam para cortar a madeira para a construção de canoas e cabanas, ou em trocas com grupos de outros sambaquis próximos.</p>
<p>A formação dessas comunidades corresponde à transformação dos hábitos alimentares do homem pré-histórico das Américas. Com o passar do tempo, a caça e a coleta perderam espaço para uma dieta marcada pelo sistemático consumo de peixes, crustáceos e outros frutos do mar. Nos terrenos próximos aos sambaquis, foi comprovado, através de achados, que suas comunidades desenvolveram o artesanato, a escultura e trabalharam com a pedra polida ( que era feito com água, areia e pedra na pedra).</p>
<p>No Brasil, os Sambaquis podem ser encontrados ao longo do litoral nordestino, no Rio de Janeiro , em São Paulo, e em outras partes do litoral gaúcho. Os maiores sambaquis brasileiros foram encontrados nas cidades de São Francisco do Sul, Jaguaruna, Laguna e Garuva, no estado de Santa Catarina, onde temos formações com 30 metros de altura e 400 metros de extensão. O mais antigo sambaqui brasileiro foi encontrado no Vale do Ribeira, em São Paulo, e tem aproximadamente nove mil anos de existência. Mais do que reportar um dado do passado, a pesquisa sobre os sambaquis traça o surgimento e os deslocamentos humanos nas Américas, responsáveis pelas transformações ocorridas até os dias atuais.</p>
<p>Júnior Barros</p>
<p>Bibliografia: http://guiadoestudante.abril.com.br/</p>
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