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	<title>Voz Nativa &#187; sylvestre travassos</title>
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		<title>Um  Passado Não  Muito  Distante</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2015 11:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Voz da Ilha]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[araçatiba]]></category>
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		<category><![CDATA[sylvestre travassos]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/um-passado-nao-muito-distante2.jpg"><img class=" size-medium wp-image-820 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/um-passado-nao-muito-distante2-300x208.jpg" alt="um passado nao muito distante2" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Ao escrever este artigo, me recordo saudosista de um tempo em que vivíamos apaixonados por uma ilha, em que mesmo sem luz elétrica, vivíamos mais próximos e felizes. Que doce lembrança trago na recordação da minha infância, em que após aquecida a água no fogo à lenha, tomávamos nosso banho de bacia. E depois, após o jantar à luz de velas ou de lampião, íamos forrar um pano e fazer o nosso travesseiro com um monte de areia, que ficava abaixo do lençol na altura da cabeça e deitar na praia para ouvir as histórias que nossos pais e avós contavam.</p>
<p>Muitas vezes, antes de deitarmos, corríamos na praia para brincar de pique esconde, roda, salada mista (como era bom e inocente brincar de salada mista, mesmo sob à luz do Luar)!</p>
<p>E o namoro escondido, na juventude&#8230;os pais saíam atrás das mocinhas, mesmo com um lampião a gás e levávamos muitas “broncas”, que na hora doía, mas valia à pena o esforço de sair às escondidas e encontrar com nosso amado namorado!</p>
<p>Lembro quando minha mãe ia para roça com minha avó e lá colhiam guando (espécie de feijão), colhiam também batata doce, cana, café, mandioca para fa-zer farinha. Nossa!  A farinha feita no forno, saindo quentinha e o beiju delicioso para tomar aquele café de cana.</p>
<p>Lembro que era época de presídio, mas para alguns moradores até o famoso “preso” no mato não nos assustava. Não para nós crianças&#8230;dava um friozinho na barriga, mas era a oportunidade de dormirmos todos em uma só casa. Nos protegíamos assim.</p>
<p>Quando o presídio foi desativado a ilha se uniu para obter a energia elétrica.  Conseguimos, tivemos mais conforto, os turistas foram chegando e os recebemos de braços abertos. Talvez tivéssemos abraçado demais, talvez fosse a novidade de receber pessoas novas, eu não sei. Só sei que a ilha não estava preparada, não havia se organizado para receber tantas pessoas. Víamos com a chegada do turismo um futuro promissor, mas a falta de estrutura e talvez a inocência dos moradores, foram o suficiente para nos entregarmos ao progresso. Mas, todo progresso tem suas consequências, a verdade é que fomos surpreendidos e oprimidos por muitas Leis que proibiam e proíbem o morador de realizar na sua simplicidade o que mais gostava de fazer. A verdade é que muitos jovens se desviaram por caminhos que, por ilusão ou por satisfação, se entregaram e assim abandonam de vez a sua raiz, a sua cultura.</p>
<p>A cultura de um lugar é a nossa história e ela jamais pode ser esquecida.</p>
<p>Saionara Maciel, Diretora da Escola Municipal Sylvestre Travassos, Araçatiba</p>
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		<title>Escola: o meu, o seu,  o nosso papel é cuidar!</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2015 11:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Voz da Ilha]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[sylvestre travassos]]></category>

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		<description><![CDATA[No que a escola precisa melhorar: Ter mais professores. Ter mais zeladores. Só tem]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No que a escola precisa melhorar:</strong></p>
<ul>
<li>Ter mais professores.</li>
<li>Ter mais zeladores. Só tem um.</li>
<li>Ter mais merendeiras.</li>
<li>Arrumar o portão.</li>
<li>Aumentar o pátio.</li>
<li>Botar ar condicionado.</li>
<li>Ter mais passeios.</li>
<li>Uma quadra com cerca para a bola não passar e não quebrar a lâmpada e cair nos alunos.</li>
<li>Arrumar a janela.</li>
<li>Aumentar o pátio.</li>
<li>Arrumar os ventiladores.</li>
</ul>
<p><strong>O que a gente precisa fazer para melhorar a escola:</strong></p>
<ul>
<li>Não pintar as carteiras</li>
<li>Não rabiscar as paredes</li>
<li>Não sair de sala de aula</li>
<li>Não jogar lixo no chão</li>
<li>Respeitar os professores</li>
<li>Não brigar na escola</li>
<li>Não sujar o banheiro</li>
</ul>
<p>Por Alunos da Escola Municipal Sylvestre Travassos, moradores de Araçatiba</p>
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