<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Voz Nativa &#187; voz da ilha</title>
	<atom:link href="http://voznativa.eco.br/?feed=rss2&#038;tag=voz-da-ilha" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://voznativa.eco.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 Apr 2016 17:32:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.23</generator>
	<item>
		<title>Amor pela Ilha em forma de versos</title>
		<link>http://voznativa.eco.br/?p=1081</link>
		<comments>http://voznativa.eco.br/?p=1081#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2015 12:58:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Voz da Ilha]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[cosminho]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[voz da ilha]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://voznativa.eco.br/?p=1081</guid>
		<description><![CDATA[Nascido e criado em Aroeira, Cosminho cresceu junto de seus 15 irmãos, seus pais]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nascido e criado em Aroeira, Cosminho cresceu junto de seus 15 irmãos, seus pais e apenas outras cinco<br />
famílias. Quando adulto, foi morar no Abraão. Com emoção se lembra do tempo de infância e juventude.</p>
<p><strong>A história do nascimento. Em pleno carnaval!</strong><br />
Eu e mais 12 irmãos nascemos em casa. Naquele tempo tinham as parteiras que faziam os partos em casa. Meu pai foi pro outro lado de canoa, remando 40 minutos, buscar a parteira. Nasci no dia 15 de fevereiro de 1955, 3º dia de carnaval, às 5 horas da manhã. Quando cai em cima da cama, já cai sambando.  </p>
<p><strong>O tempo bom da infância na roça</strong><br />
Aquele tempo da infância era muito bom porque vivíamos tranquilos.A gente não tinha dinheiro, mas era igual a fazendeiro, vivia a sorrir porque tudo que plantava, colhia. Batata, feijão, aipim. Com 7 anos eu já ia para a roça. Quando o dia começava a clarear, seguíamos o caminho dentro da trilha, cerca de 40 minutos a uma hora. Meu pai tinha bastante pina, cana, íamos limpar cana, trazíamos saco de batatas, muita coisa. Nós levávamos o peixe, e lá já tinha a banana, a casa de farinha, a nascente d´água. Fazíamos o pirão de peixe, almoçávamos lá, só voltávamos pra casa quando o sol ia se escondendo por trás da serra.</p>
<p><strong>Carnaval do nascimento à juventude</strong><br />
Ê tempo bom de carnaval! A gente ia num dia e voltava no outro quando o sol estava saindo por cima da Marambaia. Ia em casa, dormia um pouco, e depois voltava. Fazia o carnaval em casa, botava mesa enorme com angu, batata, e o dono da casa não queria acabar. Era tanta gente que a casa não cabia e íamos para o lado de fora. Aqueles blocos com sanfona, triângulo, pandeiro, lata batendo. E tinha baile de calango no Farol do Castelhano! Eu não parava o carnaval inteiro.</p>
<p><strong>A ida para o Abraão e seus escritos sobre a saudade</strong></p>
<p>Lá onde eu morava em Aroeira tinha cerca de 5 famílias só. Depois todos os moradores foram embora, um<br />
alemão comprou Aroeira e saímos da beira da praia e fomos para dentro, para cima, perto da escola – hoje desativada. Então eu saí de lá pela necessidade, que minha mãe tinha problema de saúde e lá não tinha estrutura, peguei um dinheirinho e comprei uma casa aqui no Abraão. Depois por conta da necessidade foi todo mundo se mudando. Eu saí de onde eu nasci, mas não da minha terra, vim para o Abraão. Isso acalma meu coração.</p>
<p>“Um dia eu parti daqui chorando,<br />
com o coração palpitando, mas o meu amor não chegou ao fim.<br />
Hoje eu voltei pra matar a saudade da felicidade de onde eu nasci.”</p>
<p>Versos escritos por Cosminho</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://voznativa.eco.br/?feed=rss2&#038;p=1081</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jovens do Abraão aprendem arte através do Grafite</title>
		<link>http://voznativa.eco.br/?p=964</link>
		<comments>http://voznativa.eco.br/?p=964#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 15:03:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Voz da Ilha]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abraaão]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[grafiti]]></category>
		<category><![CDATA[voz da ilha]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://voznativa.eco.br/?p=964</guid>
		<description><![CDATA[Do dia 17 ao dia 21 de agosto, o Voz Nativa ofereceu a oficina]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Do dia 17 ao dia 21 de agosto, o Voz Nativa ofereceu a oficina de grafite para os alunos do Colégio Estadual Brigadeiro e Escola Municipal Brigadeiro Nóbrega, com a participação dos grafiteiros David Amen e Wallace Bidu. O objetivo era retratar a cultura caiçara em um dos muros do colégio, que já não estava em bom estado de conservação.</p>
<p style="background: white;"><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/grafitti3.jpg"><img class=" size-medium wp-image-962 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/grafitti3-300x208.jpg" alt="grafitti3" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Foi uma semana prazerosa tanto para alunos e os grafiteiros, com ensinamentos e companheirismo. Muitos levaram o aprendizado para outras pessoas e pensam em quem sabe até praticar a arte do grafite em outros lugares.</p>
<p style="background: white;"><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/grafitti4.jpg"><img class=" size-medium wp-image-963 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/grafitti4-300x208.jpg" alt="grafitti4" width="300" height="208" /></a></p>
<p style="background: white;"><span style="font-size: 9.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #222222;"> </span></p>
<p>&#8220;As minhas expectativas eram de chegar em casa e poder passar para o papel.  Aprendi que tudo começa de um simples traço. Quero que tenha novamente&#8221;, disse Flora Rangel, jovem participante do curso.</p>
<p>Para Brenda de Souza a união do grupo foi muito importante. &#8220;Esperava antes da oficina aprender mais sobre o grafite e consegui. Quero que tenha mais dessa oficina. Em todos os dias eu não fiz nada sozinha, era sempre um ajudando o outro.&#8221; Diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="background: white;"><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/grafitti1.jpg"><img class=" size-medium wp-image-960 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/grafitti1-300x208.jpg" alt="grafitti1" width="300" height="208" /></a></p>
<p style="background: white;"><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/grafite6.jpg"><img class=" size-medium wp-image-959 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/grafite6-300x208.jpg" alt="grafite6" width="300" height="208" /></a></p>
<p style="background: white;">Por Manoela Veiga, Jovem Monitora moradora do Abraão</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://voznativa.eco.br/?feed=rss2&#038;p=964</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
