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	<title>Voz Nativa &#187; voz nativa</title>
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		<title>Gincana Ecológica une toda comunidade em prol do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 19:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Voz da Ilha]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 27 de junho, na Praia Grande de Araçatiba, aconteceu a Gincana Ecológica,]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 27 de junho, na Praia Grande de Araçatiba, aconteceu a Gincana Ecológica, ação do ‘Sábado Letivo’, dia em que toda a comunidade se envolve em atividades em prol do meio ambiente e incentiva nos jovens de diferentes praias um olhar diferenciado em relação ao meio ambiente, observando a natureza preservada e visivelmente poluída. A Gincana envolveu alunos, professores, funcionários, Brigada Mirim e comunidade em atividades como caça ao tesouro, soletrando, arrecadação de alimentos, recolhimento de materiais recicláveis, construção de horta, jardinagem e outras. Foram arrecadados mais<br />
de sessenta quilos de alimentos, que serão doados para uma instituição social, e ainda mais de três mil latinhas e garrafas pets, para reaproveitamento.</p>
<p><strong>O que os alunos falaram sobre o Sábado Letivo:</strong></p>
<p>A gincana foi muito legal, nós andamos pela praia, brincamos de caça ao tesouro, fomos também pedir alimentos para as pessoas e também pegamos latinhas, garrafas pet e trouxemos mudas para poder fazer plantações na escola. Foi a melhor gincana que já participamos. <strong>Brenda da Silva Basílio &#8211; 6 º ano – Matariz</strong></p>
<p>Para mim foi muito legal e divertido. A gente arrecado latinhas, saímos pela comunidade para arrecadar alimentos para pessoas carentes. <strong>Rodrigo Taveres Maciel – 6º ano – Araçatiba</strong></p>
<p>A gincana ecológica foi legal, porque nós aprendemos muitas coisas como plantar e cuidar do meio ambiente. A gincana foi produtiva e muito legal. Espero que tenham outras logo! <strong>Mackauly de Oliveira Cerques &#8211; 6 º ano – P. Vermelha</strong></p>
<p>Gostei muito porque saímos de casa e não ficamos só no telefone. Fizemos atividades físicas, procuramos tesouro, brincamos de soletrar, nos divertimos muito. Foi muito legal! <strong>Lara Pedro – 9º ano &#8211; Praia Vermelha</strong></p>
<p>Para mim foi muito legal e divertido. A gente arrecadou latinhas, saímos pela comunidade para arrecadar alimentos para pessoas carentes. <strong>Rodrigo Taveres Maciel – 6º ano – Araçatiba</strong></p>
<p>Amei, achei que foi muito bom para todo mundo e também para a natureza. Luiza Eduarda dos Remédios Anjos – <strong>6º ano &#8211; P. Vermelha</strong></p>
<p>O dia da gincana foi muito legal, porque me diverti com meus amigos. Brincamos muito e depois coletamos mantimentos pelas casas em Araçatiba.Jessi de Lima – 9º ano &#8211; <strong>Ponta Grossa</strong></p>
<p>Eu gostei porque vieram vários professores! E sair de casa sábado, para mim, para ir à escola, até que não foi ruim não. Foi bom e muito divertido. <strong>Stefanie Santos de Queiroz – 9 º ano – Matariz</strong></p>
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		<title>Profissionais de Taxi Boat do Abraão organizam cooperativa para maior qualidade dos serviços na Ilha Grande</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2015 01:43:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trabalhar com o turismo na Ilha Grande, especialmente na Vila do Abraão, não é]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhar com o turismo na Ilha Grande, especialmente na Vila do Abraão, não é tarefa fácil. Com cerca de 4 mil moradores, a Vila chega a receber no verão uma média de 10 mil pessoas, o que demanda dos serviços de turismo uma organização além da habitual. A natureza exuberante e a diversidade de atrativos garante uma quantidade de turistas suficiente para deixar qualquer empreendedor confortável o ano inteiro. Mas, a falta de diálogo entre os diversos atores pode, muitas vezes, transformar o local em um cenário de disputa, impactando também na qualidade dos serviços.</p>
<p>Foi a partir dessa percepção que moradores do Abraão decidiram formar uma cooperativa de Taxi Boat – serviço exclusivo de transporte e passeio – e solicitaram o apoio do Voz Nativa.<br />
“Os Taxi Boat tiveram a ideia de se organizar para terem um melhor formato de trabalho, abrirem um canal de diálogo junto à Turisangra e à Capitania dos Portos, além de terem mais qualidade no serviço e garantirem preço, passeio e espaço para todos os profissionais. O Voz Nativa poderia articular diversas entidades e contribuir nesse processo, e é isso que estamos fazendo” Conta Marcio Ranauro, coordenador geral do Projeto.</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/1.jpg"><img class=" size-medium wp-image-947 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/1-300x208.jpg" alt="1" width="300" height="208" /></a></p>
<p>O trabalho teve início em maio deste ano e está sendo desenvolvido pelo Voz Nativa em parceria com o LTDS &#8211; Laboratório de Tecnologia e Desenvolvimento Social da UFRJ e o Fórum de Economia Solidária de Angra dos Reis. As aulas, que envolveram mais de 30 barqueiros do Abraão, abordaram temas como cooperativismo, empreendedorismo, economia solidária e articulação de redes. Os participantes construíram, junto aos professores, um estatuto que define a cooperativa e as questões burocráticas e legais estão sendo definidas com a orientação de uma contadora. Junto a um profissional de design os participantes estão elaborando a identidade visual e logomarca da cooperativa. O último curso foi o de agenciamento e precificação, no qual os participantes institucionalizaram o serviço prestado, padronizando produtos oferecidos e preços cobrados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/7.jpg"><img class=" size-medium wp-image-952 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/8-300x208.jpg" alt="8" width="300" height="208" /></a></p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/7.jpg"><img class=" size-medium wp-image-951 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/7-300x208.jpg" alt="7" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Os participantes estão envolvidos e animados com o trabalho, mas compreendem que a criação da cooperativa é apenas um passo para uma fase com ainda novos desafios.“Começar a se organizar é necessário, se a gente como comunidade mostra que tem força e se organiza, consequentemente os outros setores vão tentar se organizar também e acompanhar esse desenvolvimento, dando sequência e qualidade no turismo aqui na Ilha. Estamos nos unindo pra começar um trabalho. Tem que ter paciência e esperar uma resposta positiva a médio e longo prazo. Esse é o início.” Diz Antônio Junior, profissional envolvido na criação da cooperativa de Taxi Boat.</p>
<p>Está agendada para o dia 07 de outubro a Assembleia de Constituição da cooperativa “Abraão Taxi Boat”, que convoca todos os interessados e comunidade.  A Assembleia terá como objetivos leitura, análise e aprovação do estatuto social; eleição do Conselho de administração, eleição do Conselho Fiscal, subscrição e integralização do Capital, e outros assuntos gerais.</p>
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		<title>Voz Nativa é destaque em &#8216;Como Será?&#8217;, da Rede Globo</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2015 00:45:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Voz Nativa foi selecionado pela Rede Globo entre iniciativas exitosas de educação em]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Voz Nativa foi selecionado pela Rede Globo entre iniciativas exitosas de educação em todo o Brasil e, no ultimo dia 12 de setembro, teve seu trabalho apresentado no &#8216;Tá No Quadro&#8221;, do programa &#8216;Como Será?&#8217;, da Rede Globo.</p>
<p>O quadro, ao ar todos os sábados no programa apresentado por Sandra Annemberg, tem como proposta reunir alunos de Ensino Médio de quatro cidades brasileiras na elaboração de mini documentários sobre experiências de sucesso na área de educação pelo país. Na série, o ator Paulo Tiefenthaler interpreta o personagem Beto Câmara, dono de uma produtora de TV que orienta estes quatro jovens em suas missões. </p>
<p>Desde histórias exemplares dentro de escolas, projetos que tenham melhorado o ensino ou as relações pessoais, as experiências são as mais diversas possíveis e o Voz Nativa foi destaque, com os bons resultados conquistados pelo Jornal na comunidade.</p>
<p>No episódio do Voz Nativa, que abriu a série do Rio de Janeiro, a estudante de Psicologia Thaís Fernandes foi visitar a Ilha Grande para registrar as conquistas do Jornal junto a comunidade.  O episódio mostra como uma matéria criada pelos moradores Felipe Daniel e Vitória Uchoa chamou a atenção do poder público e ocasionou no conserto do cais de Palmas, que estava em péssimo estado.</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/globo2.jpg"><img src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/09/globo2-300x208.jpg" alt="globo2" width="300" height="208" class="alignnone size-medium wp-image-942" /></a></p>
<p>O grande destaque foi como o Jornal Voz Nativa pode ser um canal para reivindicação e conquista de direitos da comunidade da Ilha Grande. </p>
<p>Veja como ficou o programa <a href="http://goo.gl/IcXgkd"><strong>aqui!</strong></a></p>
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		<title>Cinzeiros Ecológicos:  Simplicidade e Eficiência</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 10:00:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Arnaldo Ricardo Paes nasceu em 1961, em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro,]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Arnaldo Ricardo Paes nasceu em 1961, em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, mas desde 1993 mora na Ilha Grande. “Sou um filho adotado da Ilha Grande. Sou apaixonado por esse lugar e cuido dele, pois é minha casa.” Diz ele, quando perguntado sobre a Ilha.</p>
<p>Segundo suas próprias palavras, é “guia, artista, músico e produtor”. Apaixonado por arte e pela natureza, Paz desenvolveu em 1994 o ‘Cinzeiro Ecológico’, simples pedaço de bambu cortado com furos, que serve para os fumantes colocarem as bitucas de cigarro dentro. “Um objeto que faz bem para o meio ambiente e para os fumantes, que nem sempre têm onde colocar suas bitucas”, explica.</p>
<p>Paes, que trabalha há 20 anos como guia na Ilha Grande, teve a ideia de desenvolver o cinzeiro durante um passeio na praia de Lopes Mendes, considerada uma das cinco praias mais bonitas do mundo, quando viu um grupo de pessoas fumando cigarros e enterrando as bitucas na areia. <strong>“Estava olhando a cena e fiquei pensando em como isso poderia acabar. Vi um pedaço de bambu por perto, peguei uma faca, fiz um furo e levei até eles. A ideia deu certo e eu não parei mais de fazer.”</strong></p>
<p>Com muitos anos de prática e aprimorando o material, Paz viu uma oportunidade de garantir a continuidade e qualidade do cinzeiro, através do investimento de parceiros e patrocinadores. Começou, então, a fazer cinzeiros temáticos, com nomes e logomarcas, além de escrever a palavra ‘cinzeiro’ em seis línguas diferentes, para que turistas de todos os lugares possam entender e utilizar o objeto.</p>
<p>Usar os cinzeiros ecológicos é uma forma de preservar a natureza e de estimular o trabalho de quem cuida da Ilha. Até hoje os cerca de 30 cinzeiros espalhados pela Ilha já recolheram mais de 20 mil bitucas.</p>
<p><strong>“Preciso cuidar da natureza, porque além de ser apaixonado, ela é também meu ganha pão, minha sobrevivência”</strong>. Diz ele, apontando para o cinzeiro, orgulhoso de seu trabalho.</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/paes2.jpg"><img class=" size-medium wp-image-811 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/paes2-300x208.jpg" alt="paes2" width="300" height="208" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Curso de Gestão Sustentável de Meios de Hospedagem em Araçatiba</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 11:59:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[gestão de meios de hospedagem]]></category>
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		<description><![CDATA[É em um misto de tranquilidade caiçara e visita de poucos, mas recorrentes e]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É em um misto de tranquilidade caiçara e visita de poucos, mas recorrentes e fieis, turistas, que vive a Praia Grande de Araçatiba. Com cerca de 10 pousadas, entre empreendedores nativos e não nativos, a comunidade é um destino promissor no que se refere ao turismo, por conta de sua beleza estonteante e ainda preservada.</p>
<p>Foi pensando nisso que o Voz Nativa ofereceu, entre os dias 10 e 14 de agosto, o curso de ‘Gestão Sustentável de Meios de Hospedagem’, com o objetivo de capacitar em diversos temas profissionais que recebem turistas em pousadas, casas, campings, veraneio e outros meios de hospedagem.</p>
<p>Ministrado por Ana Pimentel, consultora do SEBRAE e do Ministério do Turismo, os temas abordados foram estrutura do empreendimento, cargos e atribuições;  tipologias e classificação dos meios de hospedagem; atendimento ao público e uso de mídias sociais; legislação e formalização dos empreendimentos; ferramentas de reserva; elaboração de plano de sustentabilidade, e outros.</p>
<p>Todos os moradores foram convidados a participar do curso, inteiramente gratuito, e se capacitar para um turismo cada vez mais crescente na comunidade.</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/02.jpg"><img class=" size-medium wp-image-758 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/02-300x208.jpg" alt="02" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Para Andrea Urbano, moradora de Araçatiba e dona de pousada que já participou de quatro cursos do Voz Nativa na comunidade: “Esses cursos que são feitos pelo Voz Nativa estão sendo um aprendizado a mais para mim e para todos nós que trabalhamos com pousadas. Desde que eu conheci o Voz Nativa, eu vejo que os cursos e o tem sido muito importante. O jornal Voz Nativa traz muitas informações sobre todas as comunidades, com ele ficamos sabendo informações e aprendemos sobre a nossa e outras comunidades. O Voz Nativa, na minha opinião, significa ‘crescimento’ para a Ilha Grande.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Luz (do sol), câmera e ação no Provetá</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 12:16:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Além da água incrivelmente transparente, Provetá encanta a todos com a recepção e hospitalidade]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Além da água incrivelmente transparente, Provetá encanta a todos com a recepção e hospitalidade dos moradores, sempre atentos às novidades. Durante a semana de 20 a 24 de julho, a equipe do Voz Nativa teve o prazer de conviver com crianças, jovens, adultos e idosos que mostraram  enorme paixão pelo lugar e disposição para mostrar suas belezas.</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/prod-video-3.jpg"><img class=" size-medium wp-image-762 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/prod-video-3-300x208.jpg" alt="prod video 3" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Com o curso de produção de vídeo, os jovens pegaram em câmeras e filmaram histórias e personagens, gravando para o webdocumentário ‘Ilha Grande: cada praia, uma ilha’ aquilo que a praia tem de melhor. Foram pinguins, professores, contadores de histórias, cozinheiros e muito mais. Tudo registrado em imagem e som, a partir da percepção e olhar de cada participante.</p>
<p><a href="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/prod-video-1.jpg"><img class=" size-medium wp-image-760 aligncenter" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/08/prod-video-1-300x208.jpg" alt="prod video 1" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Introduzidos em temas como elaboração de roteiro, técnicas de filmagem, fotografia e edição, os jovens ainda puderam assistir às suas próprias produções e dividir com o restante da comunidade, a partir de projeção no telão, em praça a céu aberto.</p>
<p>O resultado do curso fará parte do webdocumentário, que poderá ser assistido a partir do mês de novembro.</p>
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		<title>Moradores produzem coletivamente documentário sobre a Ilha Grande, no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2015 13:12:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pegar em câmeras, entender as técnicas de filmagem e fotografia, elaborar um roteiro e]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pegar em câmeras, entender as técnicas de filmagem e fotografia, elaborar um roteiro e colocar tudo isso em prática através de um webdocumentário sobre a Ilha Grande. É isso que as Oficinas de Produção de Vídeo do Voz Nativa irão propor aos moradores da Vila do Abraão durante os meses de junho e julho.</p>
<p>Indicado para todos aqueles que se interessem por conteúdo audiovisual, o objetivo é envolver crianças, jovens e adultos moradores na elaboração de um vídeo sobre suas experiências de vida na Ilha Grande, sendo eles os próprios autores.</p>
<p>Nas oficinas, que acontecerão nas quintas e sextas feiras dias 25 e 26 de junho e 2 e 3, 9 e 10, 16 e 17 de julho, serão apresentadas noções de concepção, roteiro, filmagem, edição e finalização de vídeo documentário, para que os participantes possam, já durante o curso, exercitar os conhecimentos adquiridos, através de atividades práticas.</p>
<p>Ministrado por André Paz, as oficinas contarão com a participação de monitores estrangeiros da The New School University, de Nova Iorque, que com experiência em projetos de vídeo comunitário conduzirão as atividades em que os alunos produzirão um conjunto de vídeos curtos, linkados entre si como um hipervídeo que fará parte do webdocumtário ‘Ilha Grande: cada praia, uma ilha.</p>
<p>Ficou interessado?<br />
Inscreva-se na sede do Projeto Voz Nativa com Identidade e CPF</p>
<p><strong>Local:</strong> Auditório do Parque Estadual da Ilha Grande<br />
<strong>Data:</strong> Quintas e Sextas &#8211; Junho: 25 e 26; Julho &#8211; 2, 3,9,10,16 e 17<br />
<strong>Horário: </strong>14 às 18h</p>
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		<title>O que fizeram com a Fábrica de Sardinha?</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2015 11:45:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na praia de Matariz tem uma antiga fábrica de sardinha que os moradores têm]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na praia de Matariz tem uma antiga fábrica de sardinha que os moradores têm medo que desabe. Dentro da fábrica têm vários tanques que antigamente salgavam a sardinha mas agora está tudo tão abandonado que a fábrica já não tem mais telhado e os tanques já estão cheios de água parada. Os moradores têm medo da dengue, o que pode gerar problemas para os moradores, para os turistas e  para todos que chegam na ilha. Precisamos acabar com isso.</p>
<p>Jamilly Carvalho, 6º ano<br />
Arlana Dias, 7º ano<br />
Samantha Nunes, 6º ano</p>
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		<title>2º Encontro Voz Nativa envolve jovens de toda a Ilha</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 22:38:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em comemoração a um ano de projeto, o Voz Nativa realizou, nos dias 17,]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em comemoração a um ano de projeto, o Voz Nativa realizou, nos dias 17, 18 e 19 de abril, na Vila do Abraão, o 2º Encontro Voz Nativa.</p>
<p>Como de costume, a Vila que abriga a sede do projeto estava movimentada. Mas neste fim de semana não eram os turistas a atração principal, mas sim jovens estudantes de diferentes praias, que se reuniam em oficinas de diferentes temas, despertando a curiosidade e o interesse de quem passava em frente à Casa de Cultura Constantino Cokotós.</p>
<p>Através da parceria com os Colégios Estaduais Brigadeiro Nóbrega, da Vila do Abraão, e Pedro Soares, de Provetá, foi possível realizar o Evento que teve como objetivo principal promover o intercâmbio entre jovens de toda a ilha em oficinas de arte e cultura.<img class=" size-medium wp-image-673 alignright" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/06/lanc-livro-300x240.jpg" alt="lanc livro" width="300" height="240" /></p>
<p>Com uma programação que contou com o lançamento do livro “Culturas Caiçaras da Ilha Grande &#8211; pelos jovens da Ilha”, escrito pelos alunos do Ensino Médio dos Colégios e com oficinas em temas como grafite, fotografia, design, teatro, criação musical, o ‘2º Encontro’ reuniu mais de 80 jovens moradores de diferentes nove praias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Jean Santos, aluno e jovem monitor do C.E Brigadeiro Nóbrega, o encontro de oficinas foi muito rico: “As oficinas e cursos são muito importantes para que a gente possa se capacitar e aumentar o aprendizado. Muitas vezes o pessoal aqui na Ilha gasta tempo com o que não é importante. Com os cursos todo mundo sai ganhando&#8221;, disse.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Saiba o que rolou em cada Oficina:</span></strong></p>
<p><strong>Criação Musical</strong></p>
<p>Instrumentos, vozes, ideias e musicalidade eram bem vindos na oficina de criação musical, que teve o objetivo de estimular e aprofundar a prática de criação musical, através de técnicas de composição aplicadas ao grupo a partir do desenvolvimento de ideias musicais e da escuta coletiva.</p>
<p><strong>Fotografia</strong></p>
<p>Se algum jovem achava que para tirar boas fotos era preciso uma câmera profissional, essa ideia foi desconstruída durante a oficina de fotografia. Nela, os jovens aprenderam macetes importantes na hora de tirar uma fotografia bela e artística.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Design<img class=" size-medium wp-image-672 alignright" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/06/design-300x240.jpg" alt="design" width="300" height="240" /></strong></p>
<p>Técnicas e prática do design, desde história até criação de stencil para aplicação em paredes e outras superfícies.</p>
<p><strong>Gastronomia</strong><br />
Cozinhar pode ser fácil e divertido! Foi isso que a oficina de gastronomia teve o intuito de mostrar. A atividade ensinou receitas de fácil confecção e de baixo custo, para ser produzido em casa para o consumo, ou para a venda.</p>
<p><strong>Grafiti<br />
</strong>A oficina de grafiti colocou todo mundo pra colorir o Abraão. Através de técnicas básicas da produção de um mural de graffiti, o professor David Amem apresentou o processo de uma produção e fez toda a galera colocar a mão na massa.</p>
<p><strong>Instagram</strong></p>
<p><span style="line-height: 1.5;">Na oficina de Instagram os jovens aprenderam como utilizar a ferramenta de comunicação para impulsionar empreendimentos e fortalecer marcas institucionais. Além de aprender a usar a #Ilhagram e participar de concursos lançados pelo Voz Nativa.</span></p>
<p><span style="line-height: 1.5;"><strong><img class=" size-medium wp-image-676 alignright" src="http://voznativa.eco.br/wp-content/uploads/2015/06/percussao-300x240.jpg" alt="percussao" width="300" height="240" /></strong></span></p>
<p><strong>Percussão</strong><br />
Através de diferentes exercícios, a oficina de Percussão consistiu em apresentar aos participantes as possibilidades de tocar instrumentos. Para completar ainda mais a experiência, a oficina incluiu também a construção dos próprios instrumentos, feitos com material reciclável.</p>
<p><strong>Teatro<br />
</strong><span style="line-height: 1.5;">A oficina de teatro conectou os jovens entre si e os jovens com a natureza a partir da encenação teatral e do improviso com elementos que permeiam a vida na Ilha Grande.</span></p>
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		<title>2º Encontro Voz Nativa reunirá jovens de toda a ilha</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2015 16:18:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[voznativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações do Projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[equipe voz nativa]]></category>
		<category><![CDATA[oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[projeto voz nativa]]></category>
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		<description><![CDATA[Em comemoração ao primeiro ano do projeto na Ilha Grande, o Voz Nativa realizará,]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em comemoração ao primeiro ano do projeto na Ilha Grande, o Voz Nativa realizará, entre os dias 17 e 19 de abril, o “2º Encontro Voz Nativa”, que oferecerá atividades de comunicação e expressão cultural para jovens dos Colégios Estaduais Brigadeiro Nobre, da Vila do Abraão, Pedro Soares, de Provetá, e moradores de toda a Ilha.</p>
<p>Gratuito e aberto à toda a comunidade, o 2º Encontro irá acontecer no Centro Cultural Constantino Cokotós, na Vila do Abraão, e tem o intuito de promover o intercâmbio entre jovens de diferentes comunidades, promovendo a troca e o diálogo.</p>
<p>A programação conta com lançamento de livros, entrega de certificados e diversas oficinas livres como grafite, fotografia, Instagram, criação musical, gastronomia, design, percussão, teatro, contação de história, e outras.</p>
<p>Toda a comunidade é bem-vinda. É só chegar!</p>
<p><strong>Programação</strong><br />
<strong>Dia 17 &#8211; 19h30</strong></p>
<p>Coquetel de Abertura<br />
Entrega de Certificados 2014<br />
Lançamento do Blog Voz Nativa<br />
<span style="line-height: 1.5;">Lançamento do 1º Livro da Coleção Voz Nativa Culturas Caiçaras da Ilha Grande</span></p>
<p><strong>Dia 18 &#8211; 9h às 13h e 15h às 18h</strong><br />
<span style="line-height: 1.5;">Oficinas de Fotografia, Design, Instagram, Grafite, Criação Musical, Percussão, Teatro, Contação de histórias</span></p>
<p><strong>20h<br />
</strong>Confraternização<br />
Lançamento do concurso #ilhagram</p>
<p><strong>Dia 19 &#8211; 9h</strong><br />
Visita ao parque estadual da Ilha Grande</p>
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